Quando investir em arquitetura para projetos de cloud computing?

Nos projetos internos, aliás, a computação em nuvem permite a gestores mais agilidade, eficiência e flexibilidade. A equipe pode atuar de forma integrada até mesmo quando times adotam a alta mobilidade como filosofia. Porém, para aproveitar essa tecnologia, é crucial saber como e quando investir em arquitetura de TI nos projetos de cloud.

Quer saber mais sobre o assunto? Então, continue lendo nosso post para descobrir como vencer os maiores desafios relacionados à arquitetura e aos projetos de cloud computing!

Que benefícios uma boa arquitetura para projetos de cloud proporciona?

Ter uma boa arquitetura de cloud computing pode ser algo que impacta diretamente no sucesso das empresas. Uma infraestrutura de computação em nuvem funcional e robusta auxilia a ter a flexibilidade necessária para lidar com as demandas atuais do mercado.

Assim, os profissionais conseguirão executar suas atividades com alta segurança até mesmo quando alguém está em casa. Isso reduz prazos e melhora a habilidade de responder com agilidade a uma alteração no projeto.

Ao mesmo tempo, a nuvem torna os times mais integrados e funcionais. Todos poderão acessar, trocar dados e definir ações em um local centralizado. Como consequência, o time vai encontrar soluções inovadoras para as demandas existentes e tomar decisões mais acertadas.

Diante desses fatores, investir em uma boa arquitetura é crucial. Apenas quando a empresa tem mecanismos adequados para gerenciar suas rotinas é capaz de atingir as metas que estabelece. Se os profissionais contam com ferramentas inadequadas, atrasos, erros e falhas se tornam uma realidade em toda a equipe, diminuindo a qualidade do trabalho realizado e a competitividade do negócio.

Quais são os principais erros relacionados a investimentos em arquitetura e projetos de cloud computing?

Antes de saber como fazer bons investimentos em arquitetura para projetos de cloud computing, é crucial compreender os fatores que levam a erros na área. Desse modo, você pode tomar medidas preventivas e avaliar se é a hora certa para adotar novas tecnologias em seus projetos.

Entre os problemas mais comuns que podem ser evitados, podemos apontar:

  • as falhas de segurança;
  • o mal direcionamento dos recursos contratados;
  • a gestão inadequada dos usuários;
  • a escolha de um parceiro com suporte ruim;
  • a implementação de uma solução de cloud computing que não esteja alinhada às demandas internas.

Tais fatores prejudicam toda a habilidade de a empresa obter um bom retorno sobre o investimento. A equipe terá menos facilidade em aproveitar os recursos disponíveis e pode apresentar falhas frequentes. Como consequência, o impacto da ferramenta nos resultados do negócio será bem menor.

Quando escolher uma infraestrutura de cloud computing para seus projetos?

Para saber a melhor hora de escolher a infraestrutura dos projetos de cloud computing do seu negócio, alguns sinais devem ser considerados. Veja os principais a seguir!

Necessidade de mais mobilidade

A mobilidade se tornou estratégica para as empresas modernas que buscam meios de atender a várias demandas rapidamente. Adotando a nuvem, o negócio pode se manter funcional até mesmo em locais distantes, basta a existência de uma conexão web.

Busca por mais flexibilidade

A nuvem consegue auxiliar empresas de pequeno e médio porte a terem a flexibilidade necessária para lidar com os desafios atuais. O negócio pode responder a demandas com escalabilidade e alta disponibilidade, dois fatores que são críticos para o sucesso de qualquer negócio em uma economia moderna e globalizada.

Adoção de metodologias ágeis

As metodologias ágeis exigem que empresas tenham um ambiente bastante flexível, fácil de ser otimizado e controlado. Se o negócio adota tais estratégias, a nuvem pode ser uma ótima solução para mitigar riscos e garantir a boa adaptabilidade aos princípios da agilidade. Afinal, essa tecnologia torna a troca de dados e a comunicação algo mais simples e robusto.

Necessidade de inovação

Em ambientes de cloud computing, o negócio pode inovar com muito mais facilidade. Os profissionais conseguem trocar dados, tomar decisões de modo integrado e combinar saberes a cada etapa dos projetos. Como consequência, as decisões passam a ser mais ousadas e capazes de colocar a empresa à frente da concorrência.

Implementação de rotinas de trabalho integradas

A computação na nuvem permite às empresas trabalharem de modo integrado mesmo quando os profissionais estão em locais separados. Como os recursos computacionais ficam armazenados em servidores remotos, é necessária apenas uma conexão web para executar rotinas como a edição de documentos ou verificação de informações. Isso garante que a equipe se mantenha unida e focada nos mesmos resultados sempre.

Como uma boa consultoria pode ajudar nesse processo?

Para garantir o sucesso da sua estratégia de investimento em arquitetura e projetos de cloud computing, uma boa alternativa pode ser contar com o apoio de uma companhia parceira.

Muitas vezes, a empresa não tem um grupo de profissionais internos preparados para lidar com as especificidades de cada investimento. Mas, se há o auxílio de uma consultoria, fica mais fácil para o negócio evitar erros e garantir o sucesso esperado.

Por isso, sempre busque a ajuda de uma consultoria especializada. Esse tipo de serviço permitirá identificar o melhor modelo de arquitetura, como migrar dados em segurança e quais práticas de gestão implementar. Além disso, auxiliará no levantamento de requisitos e conseguirá identificar os resultados em potencial.

Em outras palavras, quando o investimento em arquitetura e projetos de cloud computing é feito com o apoio de um especialista, os riscos de prejuízos se tornam muito menores. A empresa pode estruturar um plano de ação alinhado com as demandas de seus setores internos e as melhores práticas do mercado. Desse modo, será mais fácil obter um bom retorno sobre o investimento e atingir todas as metas de mercado.

Comparação ROI: Ferramentas de teste de carga em nuvem vs on-premises

Desempenho do ROI

As empresas hoje vivem e morrem pela experiência do usuário. Devido à crescente complexidade de seus serviços e à pressão para implantar rapidamente, algumas empresas não conseguem tempo para garantir que seus aplicativos ofereçam tempos de resposta aceitáveis sob padrões reais e futuros de carga de crescimento.

No entanto, alguns líderes de TI aprenderam com erros anteriores e engenharia de desempenho integrada com sucesso em sua cadeia DevOps. Eles começam cedo durante as etapas de projeto e desenvolvimento com análise de desempenho, automatizam essas tarefas, revisam os resultados e eliminam hotspots na fase de construção. Este artigo demonstra como você pode calcular o retorno sobre os investimentos de desempenho de uma plataforma de testes de cargaon-premises e on-demand baseada em nuvem .

Custos de Teste de Desempenho

Os aplicativos responsivos, que são robustos e oferecem tempos de resposta aceitáveis em situações de pico de carga, não são gratuitos. As coisas seriam fáceis se houvesse um recurso de desempenho que você pudesse simplesmente comprar, integrar e, de repente, eliminar todos os seus hotspots. No entanto, a realidade é que não há cura permanente para o desempenho ruim. As organizações devem contratar engenheiros, comprar ferramentas e configurar plataformas de teste de desempenho em sua infraestrutura, a fim de lidar continuamente com problemas de desempenho.

As empresas profissionais dependem de suítes de teste de carga comercial. Eles pagam uma taxa de licença inicial e taxas de manutenção anual para obter o suporte necessário e atualizações do produto. A injeção de carga requer máquinas de agente de carga poderosas e exclusivas, o que leva a custos anuais adicionais. Nos últimos anos, plataformas de teste de carga baseadas em SaaS apareceram no mercado. As empresas perceberam que esses produtos SaaS são mais baratos e fáceis de testar a carga porque não há taxas iniciais e são cobrados apenas pelo uso real dessas plataformas sob demanda.

No entanto, há um driver de custo no espaço de teste de desempenho que muitas vezes é ignorado. Os engenheiros identificarão solicitações de longa duração, aplicativos que falham, vazamentos de memória e outros defeitos. A análise, a implementação de correções e a implantação do código melhorado causarão trabalho adicional para sua equipe de engenharia. Pesquisas comprovaram que os problemas posteriores são detectados, mais caros eles são para corrigir. Um defeito que ocorre na produção leva a um fator 1.000% maior de esforços para remediar do que em estágios de desenvolvimento.

Economia de Teste de Desempenho

Ganhos de reputação, maior confiança em TI e mais tempo disponível para outras tarefas são benefícios de testes de carga e desempenho, mas é difícil calcular seu verdadeiro impacto financeiro. Como tal, não consideraremos esses fatores quando calcularmos o retorno sobre os investimentos em desempenho.

Benefícios adicionais incluem aumentos de receita e ganhos devido a problemas de desempenho que podem ser detectados com antecedência. A Amazon, por exemplo, demonstrou que uma melhora na velocidade de 100m aumentou suas vendas em 1%. Quando os usuários experimentam carregamento lento de páginas da Web, eles geralmente abandonam e gastam seu dinheiro no site de um concorrente. Testes de carga e desempenho ajudam as empresas a corrigir tais desacelerações no início do ciclo de vida, protegendo seus fluxos de receita on-line. Essas correções em etapas de pré-produção são mais fáceis de implementar e resultam em economias adicionais para a organização.

Cálculo do desempenho do ROI

Você já calculou os custos reais e as economias de seus serviços de teste de carga e desempenho?
Veja como isso pode parecer ao comparar uma solução de teste de carga baseada no local e no SaaS.

Observe as seguintes figuras-chave neste exemplo:

  • 1.000 licença simultânea de ferramenta de teste de carga do usuário
  • 120 execuções de teste por ano
  • 800 usuários baseados em HTTP e 200 reais baseados em navegador em cada teste executado
  • 58 máquinas de injeção de carga
  • Custos anuais de US$ 6.000 para cada servidor de injeção de carga
  • 120 defeitos de desempenho por ano
  • 20% menos defeitos na produção devido a testes de carga
  • 2 engenheiros de desempenho que ganham $60.000 anualmente

Não considerados neste cálculo são:

  • Aumento das vendas devido a taxas de abandono menores
  • Esforços para corrigir defeitos de desempenho identificados
  • Benefícios adicionais de compensação e custos incorridos dos dois engenheiros de desempenho


ROI de plataformas de teste de carga e desempenho no local

As empresas implantam suítes de teste de carga no local em servidores dedicados hospedados em seus data centers. Existem algumas soluções de código aberto com recursos limitados de simulação de usuários no mercado, mas as empresas profissionais normalmente dependem de plataformas comerciais. O fornecedor desta suíte de teste de carga cobra uma taxa inicial de licença de US $ 300.000 e uma taxa de manutenção anual de US $ 60.000.

Dois engenheiros são responsáveis pelos testes de carga e desempenho nesta empresa, e identificam 120 defeitos de desempenho por ano. A empresa está usando 58 máquinas de injeção de carga dedicadas que resultam em despesas adicionais de US $ 6.000 anualmente por máquina. Do lado da poupança, há 20% menos defeitos na produção. Outros aspectos, como o impacto sobre a receita ou menos atividades de retrabalho, não serão considerados nesse cenário por uma questão de simplicidade.

ROI de plataformas de teste de carga e desempenho baseadas em nuvem saas on-demand

Os conjuntos de testes de carga e desempenho baseados em SaaS são totalmente baseados em nuvem. O provedor hospeda as máquinas de agente de carga e cuida da operação e manutenção tanto do software de teste de carga quanto da infraestrutura subjacente. As organizações pagam apenas pelo armazenamento permanente de seus resultados de teste e pelo uso real de minutos virtuais do usuário. Devido a menos esforços de manutenção para uma solução baseada em SaaS, a contagem de cabeças na equipe de testes de carga e desempenho da organização pode ser reduzida para quatro.

Do lado da poupança, há 20% menos defeitos na produção. Outros aspectos, como o impacto sobre a receita, não serão considerados neste exemplo por uma questão de simplicidade.

Comparação das plataformas SaaS on-Demand VS On-Premises

Quais são os fatores impactantes do ROI e em que ponto uma suíte de teste de carga no local é mais barata do que uma plataforma baseada em SaaS?

Os provedores de teste de carga baseados em SaaS cobram uma taxa por minuto de usuário virtual. O número de execuções de teste impacta fortemente o ROI das soluções SaaS. As suítes de teste de carga e desempenho implantadas localmente não têm esse driver de custo porque têm uma taxa de licença estática independente de quantos testes executam.

Com 120 execuções de testes por ano, as soluções SaaS fornecem um ROI de 12%, enquanto as plataformas no local ficam para trás com um ROI de -58%. Se esta empresa decidir executar 600 testes de carga anualmente, as plataformas de teste de carga e desempenho baseadas em SaaS alcançarão um ROI equivalente ao das soluções no local. O aumento de mais de 600 execuções de teste de carga verá plataformas no local produzindo ROI mais alto do que plataformas completas baseadas em SaaS.

Conclusão

O ROI das plataformas de teste de carga baseadas em SaaS já é positivo no primeiro ano, enquanto as soluções no local fornecem um ROI negativo durante o período de teste de cinco anos. Uma das principais razões para um melhor ROI de soluções baseadas em SaaS é que não há custos de licenciamento, nem esforços de manutenção e nem infraestruturas internas envolvidas.

O fator decisivo é o número de execuções de teste (ou a duração média do teste), pois são o driver de custo primário para soluções de teste de carga e desempenho baseadas em SaaS. Se a organização decidir executar testes de carga 5x mais (ou mais) , o ROI das suítes de teste de carga on-premises e sob demanda atingiria o mesmo nível. Plataformas de teste de carga baseadas em nuvem sob demanda são a opção mais econômica se uma empresa executar menos de 600 testes de carga por ano.

AWS – 7 Vantagens para você migrar para nuvem

As empresas necessitam que suas aplicações de negócios de missão crítica estejam em execução 24 horas por dia, 7 dias por semana. No entanto, as empresas de hoje também estão criando aplicações de negócios na nuvem, buscando o aumento de suas receitas. Sejam eles quais forem, os requisitos são os mesmos: disponibilidade, agilidade e flexibilidade são essenciais. Empresas de todos os portes estão executando suas aplicações de negócios da web na nuvem para simplificar o gerenciamento da infraestrutura, fazer implantações mais rapidamente, diminuir os custos e aumentar a receita. Execute suas atividades de negócios atuais e construa o futuro da sua empresa com os serviços da AWS, aqui está uma lista de sete vantagens importantes para você empresário e empreendedor conhecer mais sobre a AWS.

Infraestrutura AWS

A infraestrutura global da AWS é criada em torno de regiões e zonas de disponibilidade ou mais conhecidas com AZs(Availability Zones). As regiões da AWS disponibilizam várias zonas de disponibilidades separadas e isoladas fisicamente que são conectadas com baixa latência, alto throughput e redes altamente redundantes. Essas zonas de disponibilidade oferecem aos clientes da AWS uma maneira mais fácil e eficiente de projetar e operar aplicativos e bancos de dados tornando-os mais altamente disponíveis, tolerantes a falhas e com ajuste de escala em comparação com infraestruturas tradicionais de datacenter único ou multidatacenter. Para os clientes que precisam especificamente replicar dados ou aplicativos entre grandes distâncias geográficas, existem as regiões locais da AWS que é um datacenter único projetado para complementar uma região atual da AWS. Como todas nossas regiões, as regiões locais da AWS são completamente isoladas de outras regiões da AWS.

Flexibilidade

A primeira diferença fundamental entre a AWS e outros modelos de TI é a flexibilidade. Usando modelos tradicionais para fornecer soluções de TI que requer grandes investimentos em novas arquiteturas, linguagens de programação e sistemas operacionais.

Embora estes investimentos são valiosos, o tempo que leva para se adaptar às novas tecnologias também pode desacelerar seus negócios e impedir que você responda rapidamente a mercados e oportunidades em constante mudança. Quando surge a oportunidade de inovar, você quer ser capaz de se mover rapidamente e nem sempre ter que suportar infraestrutura e aplicativos legados ou lidar com prolongados processos de aquisição. Em contraste, a flexibilidade da AWS permite manter os modelos de programação, idiomas e sistemas operacionais que você já está usando ou escolhe outros que são mais adequados para o seu projeto.

Você não precisa aprender novas habilidades. Flexibilidade significa que a migração de aplicativos legados para a nuvem é fácil e econômica. Em vez de reescrever aplicativos, você pode movê-los facilmente para a nuvem da AWS e aproveitar os recursos avançados de computação. Construir aplicativos na AWS é muito parecido com a criação de aplicativos usando recursos de hardware existentes.

A AWS fornece uma infraestrutura de TI virtual e flexível, você pode usar os serviços juntos como uma plataforma ou separadamente para necessidades. A AWS executa quase tudo de aplicativos da Web completos a processamento em lote e backups de dados externos. Além disso, você pode mover soluções existentes baseadas em SOA (Arquitetura Orientada a Serviço) para a nuvem, migrando componentes discretos de legado.

Normalmente, esses componentes se beneficiam da alta disponibilidade e escalabilidade, ou são autocontidos com poucas dependências internas. Organizações maiores geralmente são executadas em um modo híbrido, onde partes do aplicativo são executados em seu datacenter e outras partes executadas na nuvem.

Redução de custos

A construção de uma infraestrutura local pode ser demorada e cara. É necessário, pagar, instalar e configurar hardware de alto custo, e tudo isso deve acontecer muito antes da real necessidade. Com a computação em nuvem da AWS, você não precisa gastar tempo nessas atividades. Em vez disso, você apenas paga pelos recursos que consome de forma variável, pois a AWS usa a Pay as you go, você paga por utilização sob demanda, e fica fácil estimar os gastos no final do mês.

Confiabilidade

Com a AWS, você usufrui da infraestrutura de computação global escalável, confiável e segura, a estrutura virtual do negócio de varejo multibilionário do site Amazon.com que foi aprimorado por mais de uma década. A Amazon tem um alcance enorme e uma equipe gigante de especialistas em tecnologia que lhes permitiu construir uma sólida rede de servidores confiáveis e consistentes. A maioria das empresas informam conexões seguras e confiáveis com dados que as ajudam a suportar e construir suas infraestruturas de dados corporativos. Essa capacidade de alto desempenho torna a AWS uma excelente escolha para muitas empresas.

Escalabilidade

A infraestrutura de computação em nuvem possui como uma de suas principais características a alta escalabilidade. A quantidade de recursos contratada pode ser alterada conforme for necessário pelo gestor de TI que oferece o serviço na nuvem, dando mais capacidade para que os empreendimentos se beneficiem do sistema e estejam prontos para as mudanças do mercado, evitando reduções no seu nível de produtividade. Como consequência, a empresa, ao usar sistemas com infraestrutura de computação em nuvem, terá sempre a quantidade de recursos necessária para a execução dos seus serviços. Usando as ferramentas da AWS, o Auto Scaling e Elastic Load Balancing, seu aplicativo ou sua infra pode ser expandido ou reduzido de acordo com a demanda. Com base na enorme infraestrutura da Amazon, você tem acesso a recursos de computação e de armazenamento quando precisa deles.

Disponibilidade

A Nuvem AWS abrange 60 zonas de disponibilidade em 20 regiões geográficas em todo o mundo, e dentro de cada zona existem inúmeros datacenters que não são divulgados as suas localizações por motivos de segurança. Além das zonas de disponibilidade (AZs) existem os Edge Locations, que são pequenos datacenters que ficam em locais estratégicos, usado para cache de dados. Existe uma frase da AWS que diz o seguinte: “Todas a Azs estão perto o bastante para ter uma boa latência, e longe o suficiente contra um desastre”, pois a AWS garante 99,99% de disponibilidade nos serviços ofertados.

Segurança

A segurança na nuvem é a nossa maior prioridade. Como cliente da AWS, você se beneficiará de um datacenter e de uma arquitetura de rede criados para atender aos requisitos das empresas com as maiores exigências de segurança.

Uma vantagem da nuvem AWS é que ela permite que os clientes escalem e inovem, sem deixar de manter um ambiente seguro. Os clientes pagam apenas pelos serviços que utilizarem, o que significa que você pode ter a segurança de que precisa, mas sem as despesas iniciais, e com um custo menor do que o de um ambiente local. A infraestrutura da AWS utiliza uma avançada defesa para ajudar a proteger a privacidade do cliente. Todos os dados são armazenados em datacenters da AWS altamente seguros.

Qual a importância do cloud computing para os negócios?

Uma empresa absorve, analisa e processa diversos dados todos os dias. O gestor que opta por gerir essas informações por meio de recursos analógicos perde eficiência: os métodos que não são centrados na tecnologia tendem a ser mais lentos, custosos e sujeitos a erros por fator humano.

Para vencer essas barreiras, surge a cloud computing. O termo foi traduzido como “computação em nuvem”. Essa é a forma automatizada mais eficiente de gerenciar suas informações.

A plataforma, chamada de nuvem, permite que gestor e seu time upem os arquivos que querem manter armazenados. Todos os registros ficarão guardados em um sistema virtual, permitindo o acesso remoto e substituindo mídias físicas, como pendrives.

Todos os dados importantes que uma empresa precisa guardar, como carteiras de clientes, registros de vendas e folhas de pagamento dos funcionários ganham mais segurança quando estão armazenados na nuvem.

As plataformas desse tipo ganharam popularidade, inicialmente, pelo uso doméstico. OneDrive e Dropbox se popularizaram rapidamente e logo surgiu a cloud computing para negócios. Mas por que sua empresa precisa dela?

Segurança da informação

Muitos dos dados de uma empresa são sigilosos e, caso sejam vazados na rede, podem gerar grandes complicações. Seja a carteira de clientes ou os documentos fiscais, todos os dados devem estar protegidos de usuários maliciosos. Por isso, a nuvem tem segurança reforçada.

A nuvem ainda protege o usuário das perdas às quais estão sujeitos os aparelhos eletrônicos. Em análise do Ponemon Institute junto à Dell, foi levantado que 12 mil notebooks são perdidos semanalmente nos aeroportos estadunidenses. Pendrives, HDs externos, cds e outras mídias físicas ainda podem sofrer panes que provoquem o desaparecimento dos seus dados.

Portabilidade

Chegar a uma reunião carregando papeladas e pastas é coisa do passado! Você pode esquecer esse transtorno adotando a cloud computing para negócios.

Upando seus dados na nuvem, eles se tornam acessíveis de qualquer lugar. Não importa se o usuário está em um desktop, tablet, notebook ou até mesmo no smartphone: caso seja autorizado a acessar os registros da empresa, basta logar no dispositivo e ter seus dados sempre à mão.

Acesso remoto

O que fazer quando a Internet não está disponível? Os dados móveis podem falhar a qualquer momento e nem sempre há uma rede wi-fi por perto. A cloud computing sai na frente mais uma vez: os dados salvos são acessíveis off-line.

Baixando as informações da nuvem, é garantido que o gestor e todos os colaboradores da equipe terão acesso aos registros sempre que precisarem, ainda que não possam usar a Internet.

Economia

Armazenar arquivos de forma analógica, além de lento, é também um processo custoso. O gestor precisa reservar espaço na empresa para guardar os arquivos e a equipe de colaboradores gasta tempo gerenciando documentos, tempo que poderia ser investido em atividades estratégicas.

A cloud computing para negócios compensa ao curto prazo. Não é necessário mais do que uma pequena estrutura de TI, permitindo economizar espaço, investimento e o esforço dos funcionários. Seu negócio ainda economiza na aquisição de helpdesks. Pesquisas indicam que 77% das empresas que já aderiram à tecnologia reduziram significativamente seus custos.

Suporte de qualidade

A empresa contratada precisa solucionar problemas rapidamente, afinal, o acesso à nuvem é essencial para manter a organização funcionando. O suporte deve ser eficiente para evitar esse tipo de problema. Algumas instabilidades podem ser corrigidas sem a presença de um técnico, bastando configurações remotas.

Agora você já sabe mais sobre a importância da cloud computing para negócios no mercado atual. Essa tecnologia está presente no cotidiano das pessoas e, portanto, também é fundamental na estratégia de um negócio, gerando impactos relevantes nos resultados.

Como medir o sucesso do investimento na computação em nuvem

A nuvem passou nesses últimos anos por uma grande evolução, mesmo que para alguns migrar possa ser algo complexo e assustador, tivemos um bom caminho percorrido que fez com que as empresas percebessem que o Cloud Computing não era apenas redução de custos mas também muitas outras vantagens.

Estratégia para o investimento em Cloud Computing

Pode parecer redundante, mas para elaborar uma estratégia adequada para a migração a ideia central será sempre a preparação, a organização, o delineamento de como a tecnologia da computação em nuvem vai se encaixar na empresa.

Outro fator fundamental para garantir a estratégia do investimento é ter a certeza que todos estejam de acordo com ela, a começar da alta gestão até as equipes de TI e usuários da nova estrutura computacional

Cloud Computing deixou de ser algo uma questão de evangelização sobre a tecnologia, onde se fazia sentido principalmente o sentido financeiro da nuvem e hoje adiciona-se também um senso de dinamismo empresarial.

Medindo o sucesso: um olhar além do preço

Com os serviços oferecidos pela nuvem outros pontos passaram a ser observados como benefícios dos investimentos feitos em Cloud Computing. Segurança, produtividade e experiência dos usuários, tudo isso passou a gerar grandes repercussões na eficiência dos serviços e produtos e clientes.

À medida que as empresas continuam a olhar para a nuvem, investindo no uso da tecnologia e pessoal especializado, as empresas precisam garantir que o investimento e os custos da adoção seja minimizado e o ROI seja realmente entregue.

Utilize ferramentas para medir os custos de se adotar a nuvem

O movimento realizado para migrar de um centro de dados tradicional para a nuvem mudou as percepções e metodologias quanto a definição, alocação e monitoramento de orçamentos de TI. Embora o planejamento de um orçamento dos anos seguintes geralmente implique na aquisição adequada de capacidade, mudar para o modelo de pagamento utilizado pela nuvem permite às empresas a flexibilidade para crescer com as demandas de computação.

Então a primeira recomendação para medir o sucesso do investimento é ter ferramentas adequadas para medir os custos financeiros e de uso dos serviços. Um exemplo deste tipo de ferramenta é a solução Sky Saver, onde é possível integrar o monitoramento do ambiente da Amazon e acompanhar todos os custos através de um dashboard eficiente com todas as informações necessárias.

Avaliar as mudanças na nuvem

AWS como uma das principais provedoras de Cloud Computing, está constantemente evoluindo seu parque computacional e oferecendo novos serviços que impulsionam o uso da nuvem, o que é muito bom, mostra que seus clientes podem contar com uma estrutura sempre atual e recursos que auxiliam na capacidade estratégica das empresas.

Mas é importante sempre avaliar a adoção de novos serviços e atualizações fornecidas pela provedor, verifique o investimento desta mudança em relação a arquitetura desenhada para suportar os negócios da empresa, realizar essa análise contribui para o sucesso da migração.

Definir o ROI e identificar os KPIs

Medir sucesso está ligado diretamente ao ROI e KPIs (indicadores-chave de desempenho), serão através destes parâmetros que será possível verificar a viabilidade da migração e continuação do uso do Cloud Computing.

Um indicador de desempenho é uma métrica de negócios usado para avaliar fatores para o sucesso de uma organização. O objetivo do uso de indicadores-chave de desempenho é concentrar a atenção nas tarefas e os processos definidos pela administração e verificar as metas definidas e alcançadas.

Citamos alguns exemplos, mas existem outros pontos que são utilizados para medir o sucesso do investimentos da computação na nuvem:

  • Comparação de custos;
  • Impacto nas receitas;
  • Satisfação dos usuários e clientes;
  • Aceitação do mercado;
  • Métricas de segurança;
  • Tempo de disponibilidade;
  • Entre outros.

Avaliar os investimentos realizados sempre será chave para o sucesso, lembrando que Cloud Computing vai além de redução de custos, outros indicadores precisam estar na conta.

Cloud Computing nas empresas: planejamento e cuidados essenciais

As vantagens de migrar a infraestrutura de TI para a nuvem são inúmeras: da possibilidade de trabalhar remotamente ao enorme ganho em eficiência operacional, até redução de custos e vários outros benefícios. No entanto, muitas empresas pecam ao subestimar a importância do planejamento para migração e mudança de tecnologia. Em geral, a Cloud Computing nas empresas é enxergada como saída apenas quando se percebe que essa é a única forma, ou a mais ágil, de retomar as atividades em um momento de crise.

Porém, o ideal é que seja realizado um planejamento de Cloud Computing que preveja todos os pontos necessários para a migração para a nuvem, evitando quaisquer problemas de segurança no processo. Muitos gestores de TI acabam adiando a migração por acreditar que é um processo longo, demorado e passível de erros. Mas, com um parceiro especializado em infraestrutura de TI, isso se torna um processo relativamente simples e sem estresse para os envolvidos.

Portanto, é fundamental migrar para a nuvem enquanto a empresa não esteja vivenciando um momento de crise. Isso porque, dessa forma, o processo de migração não precisa ser feito às pressas e nem passar por cima dos cuidados necessários. Ainda que, com o devido planejamento, não seja um processo demorado, é importante que a empresa tenha tempo (e calma) para fazer a migração da infraestrutura de TI para a nuvem da melhor maneira possível.

Conheça problemas que a empresa pode ter mantendo sistemas locais

Manter sistemas on premises (na infraestrutura local da empresa), em vez de adotar uma infraestrutura de Cloud Computing, ainda é algo visto como mais seguro por muitas empresas. Isso porque diversos gestores acreditam que basta investir na segurança dos computadores físicos para que as informações estejam protegidas. Mas sabemos que os crimes cibernéticos estão cada vez mais sofisticados e a cada dia surge uma nova modalidade para roubar dados.

Além disso, quando as informações da empresa estão armazenadas localmente, há o risco de outros tipos de perda, como desastres naturais, incêndios e panes, que podem ser responsáveis pela paralisação das atividades e grandes prejuízos financeiros.

No entanto, com a infraestrutura de TI na nuvem, as chances da empresa perder dados são drasticamente reduzidas. Isso porque os dados ficam em servidores diferentes e em locais com sistemas avançados de segurança, com proteção garantida pelo fornecedor e acesso restrito. Dessa forma, é praticamente impossível destruir todos os locais onde essas informações ficam armazenadas.

Mais do que o problema da segurança, manter servidores locais na empresa limita a inovação e desenvolvimento de novos processos e possibilidades nas empresas. Um exemplo é o trabalho remoto. Cada vez mais as empresas precisaram adequar o formato de trabalho para continuarem funcionando com equipes remotas. A infraestrutura na nuvem é uma grande aliada nesse processo e é essencial para garantir a realização das tarefas. Afinal, os colaboradores podem trabalhar de qualquer lugar, uma vez que os seus documentos não estão em um servidor local.

Para garantir essa e outras facilidades proporcionadas pela Cloud Computing é necessário um planejamento completo, que preveja outras ações além da migração de arquivos. Com a Cloud Computing as empresas também podem se diferenciar e se destacar no mercado, garantindo a continuidade dos serviços mesmo em momentos de crise.

Portanto, é relevante dizer que, quanto antes a empresa realizar um planejamento de Cloud Computing, mais eficiente será o processo de migração. Agora, vejamos como fazer isso de maneira adequada.

Cloud Computing nas empresas: como fazer um planejamento adequado para migração

Levantar quais são os objetivos da empresa

O primeiro passo para realizar um planejamento de Cloud Computing ideal, é entender quais são os objetivos da empresa, as necessidades, as questões técnicas, o modelo ideal (nuvem pública, privada, ou híbrida), os cuidados de segurança necessários e outros pontos importantes ao processo.

Por isso, é importante que o gestor de TI reúna os líderes de cada área para levantar quais são essas necessidades e quais das áreas são mais flexíveis à interrupção de atividades. Mover sistemas locais para a nuvem geralmente requer várias etapas de migração. Entender essas questões é essencial antes de iniciar a migração e faz parte do planejamento de Cloud Computing.

A empresa precisa ainda, do ponto de vista técnico, se certificar sobre quais servidores estão sendo usados, além de conhecer as propriedades da nuvem que será utilizada, a forma de armazenamento de dados, requisitos de segurança, entre outras questões que devem ser observadas antes de tomar uma decisão sobre a migração.

Dessa forma, o gestor de TI tem condições de determinar a escalabilidade necessária para esses servidores e fazer uma checklist de todos os recursos e ferramentas que são indispensáveis a cada departamento, tanto durante a migração como também depois que ela já tiver sido realizada.

Compor uma boa equipe de infraestrutura de TI

A formação de uma boa equipe de infraestrutura de TI é fundamental para o planejamento de Cloud Computing de qualquer empresa. Por exemplo, é necessário que a equipe conte com pelo menos os seguintes profissionais:

  • um arquiteto Cloud;
  • um engenheiro SysOps;
  • um engenheiro DevOps;
  • um engenheiro de redes;
  • um engenheiro de SecOps

Ou seja, é preciso ter um verdadeiro time de especialistas que cuide de todo o processo de migração e dê continuidade às ações necessárias para a segurança e a eficiência da infraestrutura na nuvem. Isso porque mesmo com a infraestrutura da empresa funcionando na nuvem é preciso manter sistemas de segurança avançada contra ataques cibernéticos (assim como no modelo local) — principalmente se a empresa não tiver o apoio de um fornecedor especializado.

Analisar as áreas e processos impactados pela migração

Outro aspecto essencial no planejamento de Cloud Computing nas empresas é a análise das diferentes áreas da empresa, como pessoas, cultura, segurança, privacidade, gestão de dados, e outros departamentos. Mesmo sendo uma mudança mais técnica, diversos processos e atividades podem ser alterados, gerando até mesmo novas oportunidades para os times de TI e profissionais que realizavam demandas operacionais. Organizar a equipe e emponderar os colaboradores para promover a inovação organizacional a partir da migração para nuvem, é essencial.

Nesse sentido, a empresa precisa fazer um estudo e levantamento de todas essas áreas que deverá envolver para que a migração se dê da maneira mais tranquila e eficiente possível, pensando em ações estratégicas para engajar os colaboradores.

Quando os envolvidos estão a par de todo o processo, é muito mais fácil garantir que não ocorram problemas porque atuarão em suas devidas funções de maneira a enxergar a empresa com um todo nesse objetivo.

A importância de contar com um parceiro especializado

Para tomar as melhores decisões em relação à migração para a nuvem, o mais adequado é contar com um parceiro especializado em infraestrutura de TI, já que migrar para a nuvem vai muito além de colocar os arquivos em servidor online. Portanto, para evitar problemas durante o processo ou mesmo um resultado diferente do esperado pela empresa, é fundamental buscar o apoio de uma instituição que já tenha know-how nessa área.

Quer saber mais sobre como fazer um planejamento de Cloud Computing e como podemos ser o parceiro ideal para inovações no seu negócio? Entre em contato.


Como calcular o ROI da migração para cloud? Aprenda aqui!

Realizar a migração de sistemas locais para cloud computing pode ser uma verdadeira revolução para seu negócio. Esse é o passo inicial para se adequar às novas tendências do mercado, já que a computação em nuvem é uma revolução que chegou para ficar no setor de TI.

Porém, como toda mudança, ela envolve investimentos. Torna-se, assim, necessário realizar o cálculo do ROI para certificar-se de que o capital aplicado trouxe os resultados desejados.

Conheça as vantagens de migrar para cloud computing

Antes de qualquer coisa, é importante que você tenha consciência da importância de migrar a sua empresa para o cloud computing. Por isso, apresentaremos a você as principais vantagens de investir nesse modelo e de passar a realizar a migração o quanto antes.

Redução de custos

Uma das principais vantagens da migração para cloud computing é um maior controle e, consequentemente, uma redução nos custos para a realização das atividades. Mesmo que a migração em si envolva um investimento imediato, ao longo do tempo há uma redução contínua dos gastos em TI.

Por exemplo, os gastos diretos com aquisição de recursos locais e manutenção de hardware param de existir. As trocas de equipamentos não são mais necessárias, bem como a aquisição de licenças de softwares e a alocação de recursos. Como o acesso pode ser realizado por meio de conexões, também pode haver uma redução dos custos implementando uma cultura home office ou jornadas de trabalho flexíveis, já que não é necessário estar presente na organização para realizar suas tarefas.

Outro ponto que evidencia a redução de custos com a migração para cloud computing diz respeito ao escalonamento dos serviços. Não é mais necessário comprar recursos além do esperado, que não serão utilizados imediatamente. Pode-se aumentar a capacidade deles de acordo com a demanda, bem como diminuir os custos quando necessário, liberando recursos e armazenamentos na nuvem que não estejam sendo utilizados.

Flexibilização de estrutura

A computação em nuvem permite flexibilizar a estrutura de acordo com a necessidade da organização naquele momento, em poucos minutos. Você precisa de mais recursos em um determinado momento para dar conta de um aumento de demanda? É possível, basta solicitar ao provedor. Houve uma queda de demanda e gostaria de liberar espaço para ter uma redução de custos? É possível também. Isso permite reduzir o tempo ocioso das operações, garantindo não só eficiência, mas maximização de produtividade.

Agilidade na implementação

A flexibilização permite, ainda, agilidade na implementação de soluções. Recursos mais robustos, políticas de uso diferenciadas, estratégias novas e processos diversificados podem ser implementados rapidamente e ao mesmo tempo, permitindo o acesso imediato a todos os colaboradores responsáveis pelo projeto.

Em tempos nos quais agilidade e precisão devem andar cada vez mais de mãos dadas, o cloud computing vem como uma importante solução para entregas mais ágeis para o cliente final, acompanhando as tendências do mercado.

Otimização de processos

Devido à automatização dos processos, alguns procedimentos podem ser realizados sem a necessidade do componente humano no processo. Pense em cada um dos itens pequenos ou secundários que são exercidos em seu setor de TI pelos seus funcionários.

E se isso pudesse ser feito automaticamente? Quanto tempo sobraria para que eles se dedicassem a outras tarefas? Pode parecer que são pequenas coisas, mas, quando vemos o tempo total economizado, representam um grande ganho produtivo para a empresa.

Rápido retorno sobre o investimento

Como falamos, toda mudança envolve investimentos. Há gastos imediatos para a mudança do sistema local para cloud, como contratação do provedor, treinamento dos funcionários, diminuição da produtividade durante o processo de migração, entre outros. Porém, a longo prazo, os ganhos são muito maiores e é possível ter um rápido retorno sobre o investimento — como veremos mais à frente ao apontarmos como calcular o ROI da migração para cloud computing.

Segurança

Com o aumento constante dos cibercrimes, os cuidados com segurança passam a serem prioritários em qualquer organização. Não é possível abrir a guarda e estar vulnerável a ataques hacker, perdas e sequestros de informações.

Ainda devemos reforçar que o Brasil é o segundo país que sofre mais com cibercrimes, perdendo apenas para a China, sofrendo um prejuízo de US$ 22 bilhões. Além da perda e da quebra de confiança por parte dos clientes, esse tipo de situação também gera interrupção da produção. Consequentemente, os prejuízos são altos.

A segurança, assim, pode ser mais facilmente terceirizada ao realizar a migração para cloud. Na verdade, muitas organizações provedoras oferecem soluções dedicadas para esse modelo de computação, permitindo que seus colaboradores possam se dedicar a outras tarefas importantes, tirando de seus ombros o peso e a preocupação constante com segurança. Isso porque, nessas situações, os responsáveis pela proteção de dados são verdadeiros especialistas no assunto.

Outro ponto importante é a garantia da disponibilidade de dados mesmo diante de desastres tecnológicos. Se, por exemplo, ocorrer uma perda das máquinas da sua empresa, não haverá motivos para desespero: os dados continuarão disponíveis na nuvem, para que seus colaboradores continuem os processos exatamente de onde pararam.

Saiba o passo a passo para realizar a migração

Agora que você sabe a importância de realizar a migração para cloud computing no contexto atual, é hora de verificar como realizar a mudança de forma eficiente, minimizando ao máximo perdas durante a execução do projeto. Confira o passo a passo.

Planejar a migração

Toda mudança precisa ser previamente planejada. Isso porque não é apenas a migração de dados e soluções que passará por mudanças: há também toda uma cultura da empresa que precisa ser modificada para que os colaboradores de TI passem a operar dentro da lógica de cloud computing. Sem a adaptação dos processos internos, há chances de que os procedimentos deem errado, ocorram repetições de falhas e atrasos na elaboração de soluções.

Assim, antes de realizar o processo de migração, sente-se, reúna-se com seus colaboradores e explique as decisões sobre a mudança. Aponte os benefícios do cloud computing e o quanto isso facilitará o trabalho de todos, seja de forma individual, seja em equipe. Estabeleça um cronograma de início da migração e comunique a todos, bem como realize os treinamentos previamente para que os envolvidos estejam devidamente prontos para essa nova fase.

O planejamento também perpassa a elaboração de um cronograma de processos, desde a comunicação para os demais colaboradores até a estabilização do processo de mudança. Assim, ficará mais fácil perceber quais passos foram seguidos e, caso ocorra algum erro, é possível consertá-lo antes de partir para a próxima etapa.

Isso também envolve identificar os processos internos que são realizados atualmente, os pontos fortes e fracos, quais deles deverão ser adaptados previamente antes da migração, quais serão os colabores responsáveis por essa função, entre outros pontos.

Deve-se incluir, também na fase de planejamento, o período de monitoramento da migração, avaliando o que ocorreu de positivo e negativo, quais mudanças devem ser realizadas, como isso deve ser feito e quem será responsável por isso. Lembre-se de que toda mudança precisa de ajustes, e é necessário ter paciência na fase inicial do processo.

Escolher o tipo de nuvem

Há três tipos de infraestrutura de nuvem que podem ser implementadas, elas se diferenciam de acordo com a forma como o gestor consegue controlar o hardware.

Nuvem pública

É um dos principais modelos implementados atualmente nos serviços de cloud computing. Os recursos dos computadores são compartilhados entre diversos membros, tornando o serviço mais econômico para cada um deles. Normalmente quem adota esse modelo são empresas de cloud storage e licenciamento de softwares como serviço (SaaS).

A redução de custos, porém, esbarra em um problema: há pouco controle dos contratantes da nuvem pública no que concerne à configuração do hardware dos servidores, bem como acerca das políticas de segurança. Quem fica responsável por isso são os provedores e pouco os contratantes podem fazer.

Normalmente esse modelo é adotado, principalmente, pelas empresas que estão começando e contam com pouco orçamento para adquirir aplicação em uma nuvem privada, ou por aquelas que estão buscando simplificar seus processos de TI. Nesse último caso, os responsáveis podem direcionar os esforços para questões mais estratégicas, gerando diferencial competitivo para a organização no mercado.

Nuvem privada

A nuvem privada, em contrapartida, é aquela que diz respeito às infraestruturas de cloud que são compradas por uma única empresa ou um conjunto bem limitado de negócios. Por ser uma rede privada, o comprador é responsável por todas as questões administrativas concernentes, incluindo atualização de hardwares, aplicação de protocolos de segurança, entre outros.

Sendo assim, ela exige um maior investimento a médio e longo prazo. Porém, como falamos, é investimento. Você terá todo o controle sobre as características da nuvem. Normalmente essa opção é escolhida por empresas que não querem perder totalmente o controle sobre seus dados. Enquadra-se nesse aspecto:

  • organizações que trabalham com dados sigilosos (como informações de cartão de crédito);
  • organizações que executam tarefas para setores com alto nível de regulação.

Nuvem híbrida

Como sugerido pelo próprio nome, a nuvem híbrida é um misto de nuvem pública com nuvem privada, mesclando características de ambas. É um modelo mais flexível e tem se tornado a mais contratada pelas organizações. Por meio dela, é possível ter uma rotina que não dependa exclusivamente de um tipo de nuvem, assim, pode-se estabelecer maior agilidade e eficiência nas dinâmicas de trabalho.

Ela não é escolhida apenas por necessidade: muitas empresas optam pelo modelo híbrido por uma questão estratégica. Por exemplo, se há um aumento de demanda pontual, a organização pode migrar parte da solução para o ambiente público, evitando assim quedas de desempenho imediatas.

Definir a empresa de cloud

Tão importante quanto escolher o modelo de nuvem a ser implementado é a contratação da provedora de serviço de cloud computing. Esse procedimento é essencial, pois empresas que não oferecem o suporte adequado podem gerar mais problemas do que benefícios para a organização.

Por isso, a definição da empresa provedora deve ser feita de forma racional, paciente e com bastante pesquisa: avalie se ela oferece todo o suporte necessário não só durante a migração, mas também após, permitindo fácil acesso aos responsáveis em caso de problemas.

Converse com outros clientes da empresa, peça opiniões para colegas de trabalho, pesquise, compare prós e contras, avalie se as empresas trabalham com especialistas em segurança digital e se debruce em cima das características principais de cada uma delas. Apenas assim você saberá qual oferece o melhor custo-benefício para seu negócio.

Realizar testes

Começou a migração? Hora de testar se os procedimentos estão sendo realizados de forma correta e se os resultados estão sendo os esperados. Além disso, por ser algo totalmente novo para alguns profissionais, alguns processos podem estar sendo feitos com algumas falhas, demorando mais para serem realizados ou necessitando de algum ajuste. Assim, é preciso realizar testes para saber se tudo está funcionando adequadamente.

Monitorar os resultados do projeto

Após a fase de testes, é hora de monitorar os resultados. Eles estão sendo favoráveis? Dentro do esperado? Se não, o que está acontecendo? Em qual parte do projeto estão ocorrendo as falhas? Há colaboradores que não se adaptaram à cultura cloud? Se sim, quais deles e em que ponto necessitam de ajuda? Como os gestores podem auxiliar essas pessoas? Oferecendo treinamento? Trocando suas funções?

O monitoramento é fundamental para identificar o que pode estar ocorrendo de errado no processo e corrigir as falhas quanto antes, a fim de minimizar danos e prejuízos. Após essa fase, é importante retornar aos testes, realizando um ciclo contínuo de exames e monitoramento. Portanto, deve-se aplicar uma gestão de melhoria contínua em seu ambiente de TI.

Aprenda a calcular o ROI de migração para cloud

Todo investimento para uma empresa precisa trazer retorno. Afinal, caso contrário, a mudança gera prejuízos. Assim, não é difícil perceber a importância de obter um bom ROI em projetos de Cloud Computing. O cálculo poderia ser fácil, não é mesmo? Bastaria apenas analisar os custos e os benefícios para avaliar se foi vantajosa ou não a troca.

Porém, a situação é bem mais complexa, exigindo atenção por parte do gestor de TI para a realização do cálculo, principalmente devido às peculiaridades dessa modalidade de computação. Então, vamos entender como funciona o processo como um todo.

Importância do cálculo

Quando você realiza um investimento para sua empresa, deseja ver os resultados daquilo acontecerem, não é mesmo? Por isso, há a importância do cálculo do ROI da migração para cloud computing.

Isso porque é possível que, em alguns casos, a migração não tenha sido vantajosa. Pode-se, assim, avaliar se é melhor retornar para o modelo anterior ou se há necessidade de realizar algumas adaptações para que o cloud se torne mais vantajoso.

Para deixar mais claro, o ROI diz respeito ao Retorno Sobre Investimento e trata-se da medida de um ganho gerado pelo investimento relativo à quantidade de dinheiro aplicado para aquela situação. Normalmente é expresso em porcentagem e tem a sua fórmula básica: ROI = (lucro / custo do investimento) x 100. Porém, para cloud, o cálculo tem algumas adaptações, como veremos a seguir.

Período de análise

Qual será o período analisado? 3 meses? 6 meses? Um ano? É importante definir essa data, pois é possível encontrar diferenças consideráveis entre eles. Por exemplo, se você realiza o cálculo nos 3 primeiros meses pós-migração, provavelmente não encontrará resultados tão favoráveis.

Isso se deve ao fato de que o período inicial exige ajustes, tanto por parte dos colaboradores quanto da migração em si, é preciso modificar alguns pontos para certificar-se de que está tudo certo. Com o tempo, os resultados podem se tornar mais estáveis e favoráveis.

Prazos muito longos, como um ano, podem fazer com que você demore a perceber alguns problemas que possam estar acontecendo, impedindo aperfeiçoamentos necessários e evitando a percepção de prejuízos que estejam aparecendo. O certo é definir uma periodicidade de avaliação entre 3 meses e 1 ano, evitando períodos menores ou maiores do que isso.

Levantamento dos custos

Para calcular se o retorno está sendo positivo, é importante saber quais são todos os custos envolvidos e compará-los com o valor investido. Por isso, você deve considerar os pontos que vamos abordar a seguir.

Serviço contratado

Qual foi o modelo contratado (nuvem privada, nuvem pública ou nuvem híbrida)? Quais os tipos de serviços serão contratados (Software as a Service — SaaS, Infrastructure as a Service — IasS, Platform as a Service — PaaS ou Token as a Service — TaaS)? Cada um deles envolve um valor que deve ser computado. Dentro de cada um desses serviços, também há os custos com o uso das unidades de armazenamento, memória, licenciamento de softwares, processadores, entre outros.

Tempo de utilização

Lembre-se de que a forma de cobrança no ambiente em nuvem é diferente da computação com servidores locais. Nesse sistema, a cobrança é calculada de acordo com o tempo de utilização e o volume de tráfego. Porém, como em alguns momentos pode ocorrer uma variação sazonal nos valores, é preciso que, para o cálculo do ROI, você estabeleça uma mediana no valor de custos relacionados com o tempo de utilização.

Fornecedores

Os custos com os fornecedores da migração também devem ser computados no cálculo do ROI pertinente à mudança. Isso significa contabilizar o pagamento do serviço de profissionais especializados em hardware e software, aquisição de servidores, atualizações de equipamento, entre outros.

Treinamento

Para o cálculo da migração, é importante considerar quais foram os gastos realizados com o treinamento dos colaboradores para que eles aprendessem a trabalhar com um ambiente cloud. Assim, é preciso considerar o valor gasto com a contratação de um especialista para realizar o treinamento com seus funcionários. Caso isso tenha envolvido também a paralisação da rotina de trabalho para a realização da capacitação, é necessário computar as horas paradas para esse fim.

Mudança organizacional

Algumas modificações organizacionais podem ser exigidas para a inserção de um ambiente cloud em sua empresa de TI, o que conduz a uma espécie de reengenharia no local. Por exemplo, pode ser necessário implementar um gerenciamento de mudanças, um provisionamento de acesso de usuários e, também, a realização de auditorias internas (normalmente realizadas no ato de monitoramento da migração).

Todos esses custos também devem ser mensurados objetivamente e computados, a fim de entrarem no cálculo de ROI.

Realização do cálculo

Após mensurar todas as informações de gastos que falamos acima e somá-las, é hora de realizar, de fato, o cálculo do ROI. Porém, para isso, é necessário também atenção no cálculo dos ganhos. Essa pode ser uma parte crítica, já que alguns valores estão, normalmente, relacionados com outras áreas, como marketing, vendas e financeiro.

Depois de estabelecer um valor de ganhos, é hora de realizar o cálculo de acordo com a fórmula clássica que citamos anteriormente: ROI = (lucro / custo do investimento) x 100. A partir do cálculo de porcentagem, é possível verificar se os valores obtidos estão dentro do que você espera. Caso contrário, pode-se pensar em algumas soluções de redução de custos e identificar possíveis gargalos que estejam impedindo uma otimização dos recursos financeiros.

Se nenhum desses pontos adiantar, é possível considerar a possibilidade de reversão. Isso significa retornar para um modelo interno, caso se prove que é impraticável continuar com o modelo na nuvem. Porém, não se esqueça de considerar os custos relacionados com a reversão em si, como:

  • extração dos dados na nuvem;
  • pagamento de multas por rescisão de contrato;
  • compra de hardware e recursos in loco;
  • configuração da infraestrutura interna para a substituição da nuvem.

Assim, o cálculo do ROI é uma importante métrica para saber se, de fato, a computação em nuvem é a melhor solução para a sua organização, ou se realmente os métodos tradicionais são as melhores opções para seu modelo de negócio.

5 benefícios que a AWS pode trazer para a sua empresa

A Amazon Web Services AWS é uma plataforma de armazenamento de dados e ambiente em nuvem da Amazon. Essa solução fornece diversos benefícios para as empresas, que podem contar com um banco de dados em nuvem para reduzir os custos de TI, além de manter os dados em total segurança.

Ganho de Escalabilidade

A AWS oferece serviços acessíveis para empresas desde startups até grandes multinacionais. Um dos maiores ganhos de mudar para uma solução de armazenamento na nuvem é que esses serviços Amazon permitem o crescimento de acordo com as necessidades dos negócios e com a demanda de dados.

Além disso, o servidor em nuvem AWS tem acesso rápido realizado por smartphones, tablets ou desktops. Com apenas alguns cliques é possível também fazer alterações na infraestrutura física na nuvem.

Relação Custo x Benefício

Um dos benefícios de usar os serviços em nuvem da Amazon é que não há gastos mínimos para usá-los. Todos os serviços baseados em servidor são cobrados por hora utilizada. Então você pode aumentar ou diminuir a capacidade computacional dependendo das demandas do aplicativo. Além disso você apenas paga as taxas por hora especificadas para a instância utilizada. Com custos mais baixos, menos despesas e menos compromissos com contratos de longo prazo, os usuários conseguem manter um planejamento financeiro mais próspero, permitindo uma abordagem FinOps de gerir a nuvem.

Segurança

Os serviços da AWS oferecem recursos de segurança avançados e robustos, incluindo:

  • Acesso 24/7 a especialistas em dados caso surjam problemas;
  • Firewall embutido que permite acesso muito específico, público ou restrito;
  • Serviços IAM que rastreiam o acesso dos usuários;
  • Zonas de Disponibilidade espalhadas por todo o mundo;
  • Autenticação de múltiplos fatores e recursos de armazenamento de dados criptografados.

Confiabilidade

De Amazon tem um alcance enorme e uma equipe enorme de especialistas em tecnologia que lhes permitiu construir uma sólida rede de servidores confiáveis e consistentes. A maioria das empresas informam conexões seguras e confiáveis com dados que as ajudam a suportar e construir suas infraestruturas de dados corporativos. Essa capacidade de alto desempenho torna a AWS uma excelente escolha para muitas empresas.

Flexível e personalizável

A AWS permite selecionar a linguagem de programação, o sistema operacional, o banco de dados e outros recursos, de modo que os usuários criem a solução que melhor se enquadra na necessidade. Os analistas e gestores não ficam restritos a um programa desconhecido. Em vez disso, podem liberar recursos para ajudar a continuar a crescer, e a sustentar seus negócios.

O papel do Cloud Computing na gestão estratégica do seu negócio

Para Phil Garland, Rob Gittings e Mike Pearl, três respeitados especialistas em TI nos Estados Unidos, a redução de custos é apenas o ponto de partida para a adoção da computação em nuvem. Em um artigo publicado pela consultoria PwC, os executivos apontam as razões pelas quais a tecnologia como serviço deve ser encarada dessa forma.

“As empresas estão tendo uma visão mais ampla: a nuvem como um novo motor para o crescimento do negócio”. Eles defendem que, ao eliminar as tradicionais restrições de TI (limitação de recursos, manutenção de consumo e incompatibilidade de sistemas), a computação em nuvem abre caminho para que a empresa busque crescimento e inovação.

A escalabilidade tecnológica trazida pelo Cloud Computing é realmente um divisor de águas. O caráter on-demand dos serviços e ferramentas permite que as empresas equipem melhor suas operações, tenham previsibilidade de investimento e alterem suas infraestruturas conforme suas demandas reais (para mais ou para menos, de acordo com o desenvolvimento dos negócios).

No artigo da PwC, os especialistas citam como exemplo um processo de fusão ou aquisição. Com soluções na nuvem, mesclar os recursos tecnológicos de duas ou mais empresas que se unem em uma única operação deixa de ser um processo demorado e traumático.

A computação em nuvem como motor de otimização de processos e melhorias na gestão estratégica

Na prática, diversos processos estratégicos de negócio são otimizados com a adoção da computação em nuvem. Veja, a seguir, quais são os principais:

Finanças: mais poder de análise e controle de investimentos

Para os analistas, a nuvem está trazendo mudanças boas para todos os aspectos das finanças das empresas (do planejamento à análise, passando por contabilidade e impostos).

Há também ganhos significativos no custo total de propriedade de TI, ou seja, todo o arcabouço tecnológico é otimizado, o que se reflete em economia e melhor mensuração dos resultados e da vida útil dos recursos.

Governança e segurança da informação: decisões acertadas com base em dados seguros

Com a otimização da infraestrutura de TI trazida pelo Cloud Computing, as empresas melhoram sua gestão estratégica. Os gestores conseguem controlar seus negócios com indicadores mais precisos e tomam decisões mais certeiras em tempo hábil.

Por outro lado, também a segurança dos dados corporativos é reforçada, uma vez que não é preciso fazer grandes investimentos em ferramentas de monitoria, por exemplo. São os provedores de serviços de nuvem (fornecedores de infraestrutura como serviço, por exemplo) que se encarregam de manter as informações armazenadas em seus centros de dados sempre íntegras, confiáveis e consistentes.

Marketing e vendas: mais tecnologia para ganho de mercado

Com a computação em nuvem, cada vez mais os planos de ação para ganho de mercado são ancorados na tecnologia. Os gestores dessas áreas contam com mais ferramentas (CRM, Business Intelligence, Analytics) para organizar e analisar dados de diversas fontes para criar estratégias de relacionamento com clientes, o que potencializa as vendas.

Evolução dos modelos de negócios: mais inteligência para a criação de novas ofertas

“À medida que mais empresas movem funções internas ou serviços de negócios para a nuvem, um novo tipo de ecossistema deve evoluir. Isso tornará mais fácil a criação de parcerias através da integração perfeita, além de criar e comercializar novos serviços empresariais”, afirmam os executivos da PwC.

Em outras palavras, a gestão estratégica dos negócios baseada na nuvem ajuda as empresas a repensar seus modelos de negócios, criar ofertas a partir de um conhecimento mais amplo dos clientes, otimização dos processos produtivos, entre outros aspectos.

A computação em nuvem tratada de forma estratégica

Para finalizar, é preciso que os gestores de negócio e os de TI entendam que a computação em nuvem deve ser vista também de uma forma estratégica. Ela exige uma quebra de paradigmas; uma nova forma de ver e utilizar a tecnologia.

De acordo com um estudo global realizado pela Cisco, cerca de 69% das empresas que já conhecem os benefícios e já adotaram algum serviço baseado nesta tecnologia, ainda não têm estratégias maduras para lidar com ela. E isso é preocupante, pois significa que há pouco planejamento e também pouco alinhamento com os objetivos de negócio.

Adotar o Cloud Computing é uma ótima oportunidade para criar sinergia entre a gestão estratégica e a tecnologia. Executivos de negócios e de TI devem unir forças para buscar soluções focadas nos objetivos corporativos, o que exige do departamento de tecnologia uma atuação mais consultiva, e da direção da empresa uma melhor abertura para as sugestões de serviços e ferramentas baseadas na nuvem.

Como a computação em nuvem ajuda as PMEs a vencerem os principais desafios

Apesar da representatividade significativa no mercado brasileiro, e da importância para a economia, as PMEs possuem uma série de desafios – que muitas vezes, as impedem de crescer.

Dito isso, conheça quais são os principais desafios que as PMEs enfrentam e como a computação em nuvem pode ajudar:

Falta de planejamento

Não é porque trata-se de uma PME que não se deve ter planejamento, porém, esse é um grande desafio enfrentado pelas empresas. Para um negócio crescer, é preciso saber onde se quer chegar – e para que isso aconteça, metas e objetivos devem ser traçados estrategicamente.

Nesse sentido, a computação em nuvem é um fator estratégico para o negócio, já que ela oferece elasticidade de seus recursos. Isso significa que os serviços na nuvem podem ser redimensionados conforme a necessidade do negócio.

Com a elasticidade da nuvem, a empresa pode planejar seu uso conforme sua demanda. Ou seja, no nascimento do negócio a infraestrutura da nuvem pode não precisar ser tão robusta, mas você sabe que sua empresa irá crescer e precisar de novos recursos, e a nuvem consegue lhe oferecer isso prontamente.

Sendo assim, é fundamental que sua empresa conte com a computação em nuvem, justamente por ela estar pronta para acompanhar o crescimento de sua empresa.

Pessoal capacitado

Sem sombra de dúvidas, esse é um desafio sentido por todas as empresas. Mas a falta de pessoal capacitado, gera um impacto grande e bastante negativo nas PMEs.

Infelizmente, uma das áreas que mais tem sentido pela falta de mão de obra qualificada é o departamento de TI das PMEs. E tipicamente, muitas dessas pequenas e médias ainda não comportam um time de TI.

A falta de um pessoal capacitado, impede que as empresas aproveitem as novas tecnologias para impulsionarem seus negócios, como a computação em nuvem.

Gestão financeira

Entender onde e quando os recursos financeiros da empresa deverão ser utilizados é fundamental. Mas sempre é um grande desafio para as empresas realizarem o planejamento financeiro.

Como dito, o uso de recursos tecnológicos impulsionam o crescimento, no entanto, sabe-se que isso demanda investimento financeiro. O grande erro aqui é quando os empresários não monitoram os gastos com tecnologia.

Muitas PMEs que já usam a computação em nuvem, não entendem porque os custos na nuvem só sobem e geram surpresas no fim do mês, quando em suas pesquisas as promessas eram de que a computação em nuvem ajudava a reduzir custos e isso acontece pela falta de gerenciamento da nuvem.

Profissionais especializados em cloud ajudam as empresas a encontrarem maneiras de gastar menos com os mesmos recursos e obter resultados que agregam valor para o negócio.

Os desafios não devem impedir sua empresa de crescer

Os desafios que apresentamos aqui são os mais sentidos pelas PMEs e impactam diretamente no crescimento do negócio. Por isso, é importante contar com parceiros especializados para ajudar você a vencê-los.