5 coisas que você deve saber ao contratar um desenvolvedor Java

É um trabalho árduo que requer experiência para encontrar um bom programador. Ou apenas sorte aleatória. Claro, não vamos confiar muito no destino: os riscos são grandes.

No entanto, sua própria experiência pode ser totalmente apoiada pela experiência de especialistas que contratam há mais tempo do que você. Neste artigo, identificaremos algumas coisas a serem observadas se você estiver procurando por um desenvolvedor Java produtivo e quiser mantê-lo na equipe por um longo período.

Não só experiência

Os requisitos para as vagas geralmente incluem a experiência necessária e uma lista de tecnologias que o candidato precisa conhecer. Sem dúvida, eles são muito importantes e é difícil superestimá-los. Especialmente se o seu projeto for urgente e você precisar encontrar um especialista ontem. Claro, todos os projetos são individuais, mas especialistas legais têm algo em comum com bastante frequência. Não estamos falando apenas de uma experiência ou conhecimento específico.

Não só escreva, mas também leia!

Claro, qualquer Sênior pode ler o código de outra pessoa. No entanto, para Junior, isso pode ser um problema. Essa habilidade é frequentemente subestimada, infelizmente! Esta é uma habilidade importante para qualquer programador, especialmente para um especialista em Java. Por que Java, você pode perguntar. O fato é que muitas vezes; Java é usado para grandes projetos corporativos com centenas de especialistas. Eles têm suporte há anos e são escritos por desenvolvedores de vários níveis de habilidade. Além disso, se um projeto é mantido por mais de dez anos, ele possui muito código legado que não é fácil de ler. Criar tarefas para ler o código em uma entrevista não é tão difícil. 

Inexatidão, imprecisão, incerteza

Essas três palavras assombram qualquer desenvolvedor ao longo de sua vida como programador. Uma tarefa formulada, infelizmente, é mais frequentemente encontrada apenas durante o aprendizado. Quanto mais longe o cliente estiver da TI; mais desfocadas serão suas tarefas. Às vezes, eles são tão terríveis que nem mesmo os gerentes de projeto os entendem. Portanto, a capacidade de acompanhar, não se perder e navegar com ousadia por tarefas mal formuladas é uma habilidade única para um desenvolvedor Java. Costumo dar tarefas aos candidatos com espaços intencionalmente deixados. A dificuldade da tarefa depende do nível para o qual ele reivindica. 

É importante ver como a pessoa responderá a essas lacunas. É melhor que eles percebam rapidamente e façam perguntas esclarecedoras. Nesse caso, eles geralmente obtêm o resultado esperado. Na pior das hipóteses, o solicitante tenta pensar sozinho nos pontos que faltam e, com isso, obtém algo completamente diferente do que o entrevistador espera e, futuramente, o cliente. Aqui verificamos vários pontos ao mesmo tempo – a capacidade de ver as informações que faltam, fazer as perguntas certas e trabalhar em equipe. Se uma pessoa não tiver certeza sobre as perguntas, isso pode atrasar muito o trabalho de toda a equipe.

Isso é algo novo! O que devo fazer??

Mesmo um programador muito treinado sempre pode enfrentar uma tarefa completamente desconhecida. Um bom programador pode encontrar soluções para problemas que não encontrou antes. 

Habilidades interpessoais

Procurando ajuda ou faça você mesmo? A verdade está em algum lugar no meio

Em termos de comunicação em equipe, pode haver dois extremos desagradáveis ​​que interferem no trabalho. O primeiro extremo é quando uma pessoa luta com um problema por semanas sem tentar obter ajuda de colegas de equipe que já podem ter resolvido problemas semelhantes com sucesso. O segundo extremo, ao contrário, é se um programador constantemente força e distrai os colegas antes de pensar em resolver o problema por conta própria ou buscar informações em fontes abertas. Para eliminar esses candidatos, você pode perguntar diretamente por quanto tempo uma pessoa estará fazendo algo que não dá certo antes de pedir ajuda aos colegas de equipe. Além disso, leve em consideração os resultados dos dois pontos anteriores. Se um candidato resolveu um problema difuso sem especificar as condições, muito provavelmente, ele lutará com ele por semanas.

1. Soft skills. E o seu ex?

Também é uma informação útil sobre como o candidato fala sobre empregadores anteriores. Não estamos falando de “nunca repreenda o ex-empregador”; quase todos os candidatos adequados sabem disso e, mesmo que queiram esmagar o “ex” em pedacinhos, provavelmente ficarão calados. Se os desenvolvedores falarem honestamente, você pode entender com o que eles estavam insatisfeitos no trabalho anterior. Com base nisso, pode-se supor se o candidato ficará satisfeito com as condições de sua empresa. 

2. Soft skills. E a tolerância?

Trabalhar em equipe pode ser mais importante do que ter habilidades específicas. Além disso, as equipes Java geralmente são enormes e heterogêneas. Neles, você pode conhecer pessoas de diferentes idades, nacionalidades e gêneros. Portanto, se um desenvolvedor for inclinado a uma das categorias de pessoas, isso pode envenenar o trabalho em equipe. É preciso descobrir a tolerância de uma pessoa com a delicadeza de um bom psicólogo. Às vezes, provocava gentilmente o candidato da seguinte maneira: mostrava a ele um código amador engraçado e muito fácil de otimizar e dizia algo como: “Aqui, olha, isso escapou na produção. Nada estranho, uma jovem\velha\desenvolvedora da Índia escreveu isso”. Em seguida, agradeço a reação. Às vezes, faço perguntas importantes com cuidado, como se alguém encontrou esses grupos de desenvolvedores. Se os candidatos escolherem este tópico de bom grado, muito provavelmente, os modelos em suas cabeças não melhorarão a atmosfera da equipe. No entanto, tenha muito cuidado com este método. Se os candidatos passarem no teste, certifique-se de dizer a eles que foi apenas um teste. 

Desenvolvedor Full Stack: descrição do cargo e principais habilidades

Quando você ouve falar de um desenvolvedor full-stack, a codificação vem primeiro à sua mente. Isso em si não está errado e na verdade supõe o que um desenvolvedor full-stack faz, mas é muito mais profundo do que isso. 

Na criação de um site ou aplicativo, duas áreas devem ser integradas de forma eficiente para uma experiência perfeita, tanto para o usuário quanto para o desenvolvedor e para a própria empresa. Estes são o front-end e o back-end. Considere a frente como o acabamento de uma casa, que pode ser vista externamente. Por outro lado, o back-end descreve a fundação, o mecanismo subjacente que suporta, coleta, armazena e troca informações com o front-end. 

Diferentes classes de desenvolvedores e engenheiros de software são responsáveis ​​pela construção de diferentes partes de um aplicativo ou site totalmente funcional. Um desenvolvedor full-stack, no entanto, é bem fundamentado e pode direcionar a construção de qualquer parte de um aplicativo. Um desenvolvedor full-stack pode assumir o controle do projeto do início ao fim e criar um produto admirável. 

Os desenvolvedores full-stack são semelhantes ao proverbial pau para toda obra. No entanto, espera-se que ele seja proficiente nas habilidades exigidas, mesmo que haja maior especialização em uma ou duas áreas. Os desenvolvedores full-stack combinam as habilidades de um web designer (responsável pelo front-end) e um desenvolvedor web (responsável pelo back-end). 

O desenvolvedor full-stack muitas vezes trabalhou como engenheiro de software, desenvolvedor web e outras solas diferentes no desenvolvimento de software. Como tal, deve haver experiência e habilidades suficientes acumuladas ao longo do tempo para qualificar qualquer indivíduo como um desenvolvedor full-stack. 

Papéis e responsabilidades de um desenvolvedor full-stack 

Existem várias funções e deveres atribuídos a um desenvolvedor full-stack, estejam eles trabalhando em tempo integral em uma empresa privada, remotamente, em meio período, por contrato ou até mesmo em um projeto pessoal. Um desenvolvedor full-stack será encontrado desempenhando estas funções:

  1. Desenvolvimento da arquitetura front-end

A arquitetura front-end descreve uma coleção de ferramentas e processos, que trabalham juntos para melhorar a qualidade geral do código front-end e criar um fluxo de trabalho eficiente. A arquitetura front-end envolve planejamento e definição de visão. A visão mapeada pelo desenvolvedor full-stack é usada pelo restante da equipe de desenvolvimento ou codificação. 

  1. Escrever código para front-end e back-end 

Os códigos são os blocos de construção com os quais um aplicativo ou site é construído. Esses códigos são escritos em linguagens compreendidas por uma máquina. O desenvolvedor full-stack é responsável, direta ou indiretamente, por escrever tais códigos, abrangendo tanto o front quanto o back-end. Como tal, eles devem estar familiarizados com o software e as linguagens de programação usadas na codificação. Isso inclui HTML, CSS, XML, JavaScript, etc., para front-end e PHP, ASP, PYTHON, C#, SQL, etc., para desenvolvimento de back-end. 

  1. Criação e configuração de servidores com sistemas de banco de dados apropriados para back-end

Um servidor é um dispositivo eletrônico ou um programa que fornece serviços para outro programa de computador, aplicativo ou site. O dispositivo pode ser um servidor físico ou virtual baseado na nuvem. Para cada visualização front-end de um site ou aplicativo, existem servidores com sistemas de gerenciamento de banco de dados (DBMS) conectados a eles. 

Juntos, eles enviam informações para o front-end e armazenam todas as informações na forma de cliques, vendas, nomes, e-mails etc., provenientes do usuário final. Este bloco de dados é armazenado e acumulado em um banco de dados. Portanto, o desenvolvedor full-stack deve ser capaz de criar e configurar servidores e sistemas de banco de dados. 

  1. Acompanhamento do projeto do início ao fim 

Um desenvolvedor full-stack é responsável por supervisionar o conceito de um projeto até que o último código seja testado e lançado. Em corporações maiores, o desenvolvedor full-stack pode não ser sobrecarregado com a tarefa real de codificação. Não obstante, devem organizar, monitorar e garantir que o plano original do aplicativo seja seguido. Isso para que os usuários finais possam utilizar o programa e cumprir todos os objetivos para os quais aquele projeto foi inicialmente lançado. 

  1. Trabalhar com designers gráficos para criar novos recursos para o front-end 

Quando você abre um aplicativo ou navega em um site, uma das características mais marcantes que você nota, consciente ou inconscientemente, é muitas vezes o design por trás de tudo. Garantir que o design de um projeto seja impressionante e atraente está entre as responsabilidades de um desenvolvedor full-stack. Embora eles não trabalhem pessoalmente no design, seu trabalho gira em torno de gerenciar os designers para produzir gráficos alinhados à visão que combinem bem com o objetivo geral. 

  1. Garantir que os aplicativos tenham funcionalidade cruzada ideal para vários dispositivos 

Um desenvolvedor full-stack também deve garantir que o software aplicativo ou as páginas do site sejam adequados para diferentes sistemas operacionais de dispositivos móveis e computadores. Isso é feito para evitar a experiência negativa do cliente e incentivar o uso generalizado. Portanto, Mac OS, iOS, Android, Windows, etc., devem ser considerações importantes. 

Outras funções e responsabilidades de um desenvolvedor full-stack incluem:

  1. Projetando e configurando a interação do usuário e a experiência do usuário. 
  2. Verificar e manter a capacidade de resposta de um aplicativo. 
  3. Garantir que os padrões atuais sejam atendidos pelo site ou aplicativo. 
  4. Considerando a segurança, manutenção, escalabilidade e muito mais do aplicativo durante o desenvolvimento.

Requisitos de habilidades principais do desenvolvedor Full Stack em 2022 

As funções de um desenvolvedor full-stack, como acabamos de ver, podem ser numerosas e difundidas. É por isso que um desenvolvedor full-stack é muito procurado e bem pago. Escolher se tornar um desenvolvedor full-stack é uma escolha de carreira muito promissora. Como esperado, há muitas habilidades para dominar antes de se tornar um. Algumas certificações não são absolutamente necessárias, mas aumentam suas chances de conseguir bons empregos e provar sua habilidade como desenvolvedor full-stack. 

Algumas habilidades necessárias de um desenvolvedor em tempo integral incluem:

1. Conhecimento de HTML/CSS

Um desenvolvedor full-stack deve ser habilidoso em HTML e CSS. HTML ou Hypertext Markup Language é uma linguagem de programação usada para adicionar conteúdo a uma página da web. Ele usa tags, elementos e títulos para estruturar o conteúdo de uma página da Web que o usuário visualizaria. Como tal, é essencial na estrutura de desenvolvimento front-end e uma habilidade vital para um desenvolvedor full-stack. 

Por outro lado, CSS ou Cascading Style Sheets é usado para estilizar e alterar o layout de uma página da web. Ele controla coisas como cor, tamanho, espaçamento, animações, etc. Ele adiciona um toque personalizado a uma página do site. Juntamente com o HTML, ajudam a atrair usuários e clientes. Os desenvolvedores full-stack devem adquirir as duas habilidades: HTML para definir a estrutura das páginas da Web e CSS para representar adequadamente essas estruturas HTML.

2. Experiência com Git e GitHub 

Git é uma ferramenta DevOps usada como sistema de controle de versão e gerenciamento de código-fonte. Ele rastreia principalmente as alterações feitas em um código-fonte, permitindo que o desenvolvedor tenha algum nível de controle sobre ele. Git é um aplicativo de código aberto usado para gerenciar projetos pequenos e grandes trabalhados por vários desenvolvedores. 

Git é uma habilidade fundamental ou primária que todo desenvolvedor e, certamente, todo desenvolvedor full-stack deve ter. Com o Git, todo desenvolvedor profissional da equipe tem um perfil que salva uma cópia do código original antes de ser carregado no servidor. Ele também permite uma melhor comunicação e monitora alterações em aplicativos, sites ou blocos de código. Desenvolvedores full-stack devem estar cientes dos comandos primários do Git e ser capazes de explorar o programa. 

3. A capacidade de usar JavaScript

JavaScript é uma habilidade intransigentemente obrigatória para qualquer desenvolvedor full-stack. É uma linguagem de programação orientada a objetos usada para adicionar comportamentos usando HTML. O JavaScript está entre as linguagens de programação mais populares usadas para escrever código para front-end e back-end. Ele pode ser executado nativamente no navegador e no servidor. 

Os desenvolvedores full-stack devem possuir conhecimento de recuo do uso prático de JavaScript, seus conceitos e vários recursos. Ter esse conhecimento não é suficiente. os desenvolvedores full-stack devem atualizar frequentemente seus conhecimentos de JavaScript, pois ele está em constante atualização. Linguagens associadas a JavaScript, como JavaScript Object Notation (JSON), também são habilidades necessárias para desenvolvedores full-stack. 

4. Saber como conectar o armazenamento do banco de dados

Os sistemas de armazenamento de banco de dados são usados ​​para gerenciar e armazenar grandes quantidades de dados. Os sistemas de banco de dados são necessários para cada aplicativo da Web ou móvel para armazenar dados de longo e curto prazo. Um desenvolvedor full-stack deve ter conhecimento sobre sistemas de banco de dados e como projetar, gerenciar, manipular e consultar sistemas de banco de dados. 

Quando falamos de bancos de dados, existem dois tipos, relacionais e não relacionais. Os bancos de dados relacionais são mais comumente usados ​​para aplicativos regulares e a linguagem de consulta estruturada (SQL) é necessária para gerenciar o banco de dados. Os bancos de dados não relacionais, por outro lado, são uma introdução recente que se tornou popular com o aumento do armazenamento de big data. O desenvolvedor full-stack também deve conhecer NoSQL para ter a funcionalidade básica do banco de dados não relacional. 

5. Habilidades básicas de design 

desenvolvedores full-stack estão tão preocupados com o front-end quanto com o back-end. Quando falamos de front-end, ele abrange a interface do usuário e UX, apelo e design geral e específico do site ou aplicativo. Portanto, um desenvolvedor full-stack deve ser bem versado nos fundamentos do design. Embora possam colaborar com outros designers, eles devem entender o processo e ser capazes de julgar e fazer correções quando necessário.

6. Compreensão da arquitetura da web 

desenvolvedores full-stack devem conhecer as complexidades da arquitetura da web. Isso ocorre porque eles são responsáveis ​​pelo mapeamento ou planejamento de um aplicativo de software complexo a partir do zero. Portanto, o conhecimento da arquitetura da Web é fundamental para o portfólio de habilidades de um desenvolvedor full-stack. 

7. Fortes habilidades interpessoais

Soft skills são tão importantes para um desenvolvedor full-stack quanto as já mencionadas hard skills. Eles são necessários para uma interação adequada com colegas, clientes e subordinados. Alguns deles incluem: 

  • Criatividade : um desenvolvedor full-stack deve entender o objetivo do projeto e criar um plano criativo e atraente que capture o público-alvo. 
  • Habilidades de resolução de problemas : desde testar códigos já escritos e encontrar bugs até o gerenciamento de negócios e obter as soluções perfeitas para diferentes situações, as habilidades de resolução de problemas são altamente valiosas em um desenvolvedor full-stack. 
  • Habilidades analíticas: semelhantes às habilidades de resolução de problemas, as habilidades analíticas ajudam o desenvolvedor a processar informações e tirar conclusões valiosas. 
  • Habilidades de gerenciamento de tempo: No desenvolvimento web, os prazos de lançamento e execução são frequentemente definidos. Portanto, o desenvolvedor full-stack deve ser capaz de cumprir esses prazos. 

Os cursos e exames de certificação são definidos por órgãos reconhecidos que treinam e testam as habilidades de um desenvolvedor full-stack. Alguns empregadores podem solicitar certificações. Você deve considerar as seguintes opções:

  • Certificação Full Stack Developer pela GIS Geography 
  • Cursos Full Stack Web Developer pela edX
  • Certificado profissional de desenvolvedor de software full-stack da IBM, etc.

Designer de UX: descrição do cargo e principais habilidades

O designer de UX é uma função interdisciplinar com o objetivo de melhorar a experiência do usuário final ao usar um software ou produto baseado na Web, empregando seu conhecimento de arquitetura de tecnologia, design gráfico, teoria de UX e codificação . 

A posição do designer UX é intrigante. Está entre as especializações mais procuradas, especialmente em empresas orientadas a produtos. No entanto, muitas empresas que procuram recrutar designers de UX têm concepções variadas (e muitas vezes erradas) sobre os deveres essenciais da função.

Empresas menores, principalmente startups, muitas vezes precisam de um único engenheiro de UX para lidar com todas as áreas, um generalista capaz de atender a todos os requisitos de UX. Empresas maiores com maiores recursos podem procurar designers de UX com conhecimentos específicos. Eles podem diferenciar entre analistas de UX, pesquisadores de informações, profissionais de marketing de UX, etc. Organizações maiores também podem ter uma gama mais ampla de níveis de senioridade. 

Embora a interpretação possa diferir ligeiramente, o objetivo fundamental de um designer de UX (designer de experiência do usuário) é otimizar a satisfação do produto. Os designers buscam constantemente maneiras de aprimorar a experiência da marca para o cliente ou usuário, como tornar o produto mais inovador, direto ou divertido.

Um designer de UX também pode ser chamado de embaixador do usuário dentro da equipe de produto, garantindo que cada elemento do produto esteja no seu melhor – e que todas as etapas do processo de criação do produto sejam perfeitamente otimizadas para a satisfação do usuário. O processo de design consiste em cinco fases interdependentes:

  • Entenda: onde você obtém conhecimento sobre seus usuários
  • Determinar: descobrir desafios e requisitos do usuário
  • Ideate: O processo de geração de conceitos de design de solução de problemas começa
  • Protótipo: são criados os mock-ups e, por fim, o produto final, semelhante à impressão 3D de um protótipo físico
  • Teste: onde você testa e refina seus designs com usuários reais

O designer de UX está envolvido em todo esse processo de design de produto e experiência, do início ao fim. 

 Chiradeep BasuMallick Escritor Técnico

Última atualização: 15 de dezembro de 2022


O designer de UX é uma função interdisciplinar cujo objetivo final é melhorar a experiência do usuário final ao usar software ou produtos baseados na Web, empregando seu conhecimento de arquitetura de tecnologia, design gráfico, teoria de UX e codificação (opcional). Este artigo fornece uma visão geral da posição do designer de UX, incluindo as responsabilidades, funções, habilidades e salário em 2022.

Índice

  • O que os designers de UX fazem? Papéis e responsabilidades
  • Principais requisitos de habilidades do UX Designer em 2022
  • Salário do Designer de UX em 2022
  • Empregos de designer de UX em 2022

O que os designers de UX fazem? Papéis e responsabilidades

O designer de UX é uma função interdisciplinar com o objetivo de melhorar a experiência do usuário final ao usar um software ou produto baseado na Web, empregando seu conhecimento de arquitetura de tecnologia, design gráfico, teoria de UX e codificação . 

A posição do designer UX é intrigante. Está entre as especializações mais procuradas, especialmente em empresas orientadas a produtos. No entanto, muitas empresas que procuram recrutar designers de UX têm concepções variadas (e muitas vezes erradas) sobre os deveres essenciais da função.

Empresas menores, principalmente startups, muitas vezes precisam de um único engenheiro de UX para lidar com todas as áreas, um generalista capaz de atender a todos os requisitos de UX. Empresas maiores com maiores recursos podem procurar designers de UX com conhecimentos específicos. Eles podem diferenciar entre analistas de UX, pesquisadores de informações, profissionais de marketing de UX, etc. Organizações maiores também podem ter uma gama mais ampla de níveis de senioridade. 

Embora a interpretação possa diferir ligeiramente, o objetivo fundamental de um designer de UX (designer de experiência do usuário) é otimizar a satisfação do produto. Os designers buscam constantemente maneiras de aprimorar a experiência da marca para o cliente ou usuário, como tornar o produto mais inovador, direto ou divertido.

Um designer de UX também pode ser chamado de embaixador do usuário dentro da equipe de produto, garantindo que cada elemento do produto esteja no seu melhor – e que todas as etapas do processo de criação do produto sejam perfeitamente otimizadas para a satisfação do usuário. O processo de design consiste em cinco fases interdependentes:

  • Entenda: onde você obtém conhecimento sobre seus usuários
  • Determinar: descobrir desafios e requisitos do usuário
  • Ideate: O processo de geração de conceitos de design de solução de problemas começa
  • Protótipo: são criados os mock-ups e, por fim, o produto final, semelhante à impressão 3D de um protótipo físico
  • Teste: onde você testa e refina seus designs com usuários reais

O designer de UX está envolvido em todo esse processo de design de produto e experiência, do início ao fim. 

Principais responsabilidades de um designer de UX

As principais funções e responsabilidades de um designer de UX são as seguintes:

  1. Realização de pesquisas de mercado e usuários

No início do processo de design UX, ocorre a análise. Normalmente, um designer de UX recebe uma solicitação do cliente ou do gerente para realizar uma pesquisa de projeto. Primeiro, o designer de UX deve correlacionar estudos de escritório e de campo para entender o público-alvo de forma abrangente. Isso pode incluir a avaliação das ofertas do site atual, realização de entrevistas com usuários para descobrir oportunidades ou áreas problemáticas e análise competitiva para determinar o que mais está disponível. Também pode envolver técnicas como monitoramento de usuários reais. 

Essas atividades ajudam o designer de UX a identificar as principais funcionalidades necessárias para um Produto Mínimo Viável (o MVP ou primeira versão de um produto que será lançado) e a desenvolver as primeiras personas do usuário.

  1. Criação de personas de usuário para o produto ou aplicativo

Os designers de UX podem construir personas de usuários após realizar pesquisas significativas com usuários. É quando se aprofunda nas tarefas e motivações que cada potencial usuário final deseja realizar. Outra técnica importante que pode ser usada com a persona do cliente é o trabalho a ser feito (JTBD). Eles também irão considerar o desafio que o produto pretende resolver e onde isso se encaixa na imagem maior da marca.

  1. Entendendo a arquitetura da informação

Em seguida, você considerará o conteúdo necessário e como ele será organizado em todo o site ou aplicativo. A arquitetura da informação compreende descobrir a estrutura e o arranjo mais lógicos do material. Uma boa arquitetura de informações garante que os usuários possam simplesmente descobrir as informações que desejam e passar de uma página da Web para outra sem muito esforço. Algumas empresas podem contratar um arquiteto de UX separado para cuidar dessa responsabilidade. 

  1. Aproveitando wireframes, maquetes e outras ferramentas

Os designers de UX traçam o caminho do usuário em um produto usando vários métodos, como jornadas do usuário e wireframes. As jornadas do usuário são fluxogramas simples que descrevem as ações e experiências de um usuário ao interagir com um produto, desde o ponto de entrada até a última interação. Este artigo oferece uma introdução às jornadas do usuário. Os wireframes criam um layout bidimensional de uma pequena tela ou página, enquanto os fluxos do usuário retratam toda a experiência do usuário.

  1. Ajustando o protótipo e testando-o

Após mapear o layout do produto, o UX designer constrói protótipos e executa testes com usuários. Um protótipo é apenas um avatar simplificado do produto; é uma simulação que permite testar conceitos antes do desenvolvimento. Os protótipos podem variar de modelos básicos de papelão a protótipos interativos quase perfeitos que se assemelham muito ao produto final.

Antes de criar o produto final, testar seus protótipos com consumidores reais ajuda a revelar quaisquer pontos fracos do projeto. Uma vez determinado que o projeto atende aos requisitos do usuário, o novo produto pode ser desenvolvido.

Os designers de UX também participam de sessões de sprint, monitorando o desenvolvimento do produto para evitar vazamentos de recursos e auxiliando em pequenos ajustes de design até o teste de aceitação do usuário final. 

  1. Participar do processo de design visual (ou seja, a interface do usuário)

Você notará que nenhuma das funções mencionadas acima envolve a aparência estética do produto. Embora alguns designers de UX se concentrem no design visual, isso geralmente é considerado parte da arquitetura da interface do usuário (UI). Portanto, um designer de interface do usuário normalmente será responsável por gráficos, esquemas de cores, ícones, configuração de CSS e tipografia, com feedback oportuno de um designer de UX. Além disso, o trabalho de um designer de UX raramente é concluído após a introdução de um produto. Haverá ajustes, pequenas modificações, lançamentos de novos produtos, comentários para compilar e análises para revisar com a equipe.

  1. Equilibrar a funcionalidade com os aspectos estéticos

Muitas pessoas acreditam que os produtos digitais modernos devem ser minimalistas e totalmente funcionais. No entanto, a realidade não é tão simples: os usuários de aplicativos e sites desejam tanto a resolução de problemas quanto a excelência estética. Os designers de UX são responsáveis ​​por alcançar um equilíbrio entre esses elementos. Eles sabem como combinar estética e funcionalidade de forma eficiente, ajustando sua técnica aos objetivos do produto e do público.

A função de um designer de UX é a mesma de um designer de interface do usuário?

O desenvolvimento da experiência do usuário (UX) e da interface do usuário (UI) frequentemente andam de mãos dadas, embora existam distinções significativas entre as duas profissões. Enquanto o UX inclui toda a experiência do usuário, a interface do usuário concentra-se no design visual e na interface. Enquanto um designer de UX é encarregado de criar uma experiência de produto abrangente para o usuário final, o papel do designer de UI é complementar. Ele vai um passo além — empregando a orientação do designer de UX para o layout visual do produto.

Jira: entenda como gerenciar e monitorar tarefas e projetos

O que é Jira?

Jira é uma família de softwares colaborativos para planejar, estruturar e monitorar projetos e tarefas.

Inicialmente, o Jira era uma ferramenta de rastreamento de bugs e itens, porém, hoje pode ser utilizado por equipes ágeis de qualquer segmento.

O Jira serve para gerenciar projetos de desenvolvimento de software, de recursos humanos, marketing, design, vendas, finanças, TI, entre muitos outros.

Isso significa que com o Jira você pode estabelecer metas para cada departamento e criar fluxos de trabalho automatizados, sem códigos, para alcançá-las, e ainda conectar todas as áreas do negócio para dar transparência aos resultados e manter todos os profissionais alinhados.

Também ajuda na distribuição homogênea de tarefas, na priorização de demandas e na previsão de contratempos para atuação preditiva.

Quem não está familiarizado com softwares de gestão de projetos ou busca usufruir do melhor dessas ferramentas pode contar com a base de conhecimento Jira, com dúvidas frequentes, tutoriais de utilização, dicas e boas práticas recomendadas, além da comunidade Jira, que compartilha muitas informações sobre os produtos.

Como funciona o Jira?

O conjunto de ferramentas Jira é composto pelo Jira Software, Jira Service Management, Jira Work Management e Jira Align.

Todos eles são baseados nas metodologias ágeis, portanto, é possível organizar as rotinas e objetivos do seu negócio em Scrum e Kanban, por exemplo, no modelo de arrastar e soltar.

Com isso, é possível visualizar os status de cada tarefa, monitorar prazos, conceder permissões, criar backlogs e acompanhar todas as métricas em relatórios.

Os softwares podem ser utilizados na nuvem ou instalados no seu próprio data center, exceto o Jira Work Management, que está disponível somente na nuvem.

Com exceção do Jira Align, todos os produtos da família Jira podem ser utilizados gratuitamente, com limitações de funcionalidades.

Mas, também possuem planos pagos com mais recursos abertos.

Por que usar o Jupyter Notebook para desenvolver com Python?

O que é o Jupyter Notebook?

O Jupyter Notebook é uma aplicação em código aberto que permite que você crie e compartilhe documentos com códigos, equações, visualizações e textos explicativos. Ele é especialmente usado para operações de física computacional e análises de grande volume de dados porque com ele você pode fazer anotações durante o processo, permitindo que você lembre o que fez e repita alguma operação quando necessário.

O Jupyter Notebook é um projeto derivado do projeto IPython e seu nome vem das principais linguagens de programação com suporte: Julia, Python e R. Além das vantagens para cálculos complexos, com o Jupyter Notebook, fica muito mais fácil manter o seu código organizado, limpo e em conformidade com as boas práticas da programação.

 Vantagens de usar o Jupyter Notebook

Tradicionalmente, os notebooks são usados para documentar pesquisas e assim facilitar a reprodução de seus resultados. Mas por que usar um notebook no lugar de um IDE ou um editor de texto tradicional?

A principal resposta para esta pergunta é que o Jupyter Notebook oferece um ambiente para exploração, colaboração e visualização. Uma outra vantagem é que ele é configurado em um ambiente de cluster, o que permite que você utilize os recursos do seu laptop e opere junto a um sistema complexo de dados online sem precisar baixar uma cópia local.

Principais recursos do Jupyter Notebook

Listamos aqui as principais vantagens do Jupyter Notebook, confira nossa lista:

  • Facilidade para criar protótipos de forma rápida
  • Execução e visualização da saída do código em cada célula.
  • Interface amigável.
  • Possibilidade de escrita de textos com Markdown.
  • Ótima ferramenta para exploração.
  • É possível atualizar o notebook (ou partes dele) com novos dados, executando novamente as células. Você também pode copiar a célula e executar a cópia novamente apenas se desejar manter um registro da tentativa anterior.
  • Facilita o fluxo de trabalho desde o teste das ideias até a primeira implementação do código.

O que é Ionic?

O Ionic é um Framework Open Source gratuito sobre a licença MIT para desenvolvimento de aplicações mobile híbridas.

Aplicações híbridas são aplicativos móveis construídos de maneira alternativa a aplicações nativa. São construídos, geralmente, utilizando HTML, CSS e JavaScript, desta maneira se tornaram extremamente populares, pois permite o desenvolvimento multiplataforma, utilizando o mesmo HTML para diferentes sistemas operacionais.

Aqui no Blog possuímos um artigo “App Nativo x App Híbrido: existe o melhor?” onde você pode conferir mais detalhes.

aso você não saiba o que é um Framework

O framework é um facilitador no desenvolvimento de diversas aplicações e, sem dúvida, sua utilização poupa tempo e custos para quem utiliza, pois de forma mais básica, é um conjunto de bibliotecas utilizadas para criar uma base onde as aplicações são construídas, um otimizador de recursos. Tem como principal objetivo resolver problemas recorrentes com uma abordagem mais genérica. Ele permite ao desenvolvedor focar nos “problemas” da aplicação, não na arquitetura e configurações.

Aqui no blog também possuímos um artigo sobre [“Para que serve um Framework”.](http://www.treinaweb.com.br/blog/para-que-serve-um-framework/ ““Para que serve um Framework”.”)

Sendo assim, o que é o Ionic?

Desenvolvido por Max Lynch, Ben Sperry e Adam Bradley da Drifty Co., sua primeira versão teve seu lançamento em 2013 e atualmente encontra-se na versão 4.

Como dito acima, é um Framework para criação de aplicações móveis e desktop de alto desempenho e qualidade, que utiliza as tecnologias web HTML, CSS e JavaScript.

Como diz em seu site, o Ionic ajuda as equipes a criarem e distribuírem belos aplicativos híbridos em várias plataformas, possuindo foco na experiência do usuário ou interação do usuário com o aplicativo (controles, interação, gestos, animações).

Projetado para funcionar e ser exibido em diferentes plataformas, possui um design limpo, simples e funcional, com componentes padrões, tipografia, paradigmas interativos e diversos templates.

Além disso, possui um cliente de linha de comando (CLI) para gerenciar todo projeto criado com o Ionic. O CLI é uma ferramenta que cria aplicativos Ionic de forma rápida e fornece vários comandos úteis para facilitar o desenvolvimento utilizando o Framework. Possui um servidor de desenvolvimento integrado, ferramentas de compilação e depuração, entre outros benefícios.

Para instalar o Ionic CLI basta clicar aqui.

Por que aprender Ionic?

Além da principal vantagem no desenvolvimento de aplicações híbridas, muitas outras vantagens podem ser listadas quando pensamos no Ionic, dentre elas:

  • Estabilidade na criação de aplicações híbridas: Apesar de utilizar HTML, CSS e JS para o desenvolvimento das aplicações, o Ionic entrega um produto altamente estável e com desempenho similar ao de aplicativos nativos;
  • Multiplataforma: Com o Ionic, podemos desenvolver um único código que seja executado em diferentes sistemas operacionais, diminuindo o tempo de desenvolvimento de novas aplicações.
  • Menor tempo de desenvolvimento: Por criar aplicações multiplataforma, o tempo no desenvolvimento dessa aplicação se torna algo vantajoso em relação às aplicações nativas, uma vez que todo código criado será reutilizado para qualquer sistema operacional móvel, diminuindo assim o tempo de desenvolvimento;
  • Menor custo: Uma vez que poupamos o tempo em seu desenvolvimento, estamos poupando os custos desta aplicação, fazendo com que, criar aplicações multiplataforma torne-se algo mais rentável e menos custoso;
  • Prototipação: Criar telas no Ionic é extremamente fácil, pois possui uma ferramenta para esta finalidade, o Ionic Creator, que é uma ferramenta de “arrasta e solta” para facilitar as ideias de criação de suas aplicações que pode ser acessada neste link;
  • Documentação: Além de possuir uma grande comunidade, a documentação do Ionic é bastante completa, entre outras.

O que é e para que serve o MongoDB?

O database funciona com muita eficiência em números gigantescos de informações. Veja abaixo, o que é e para que serve o MongoDB. O modelo de banco de dados com código aberto já é usado por empresas que trabalham com volumes imensos de informações, como a Google, o Facebook e até a Adobe.

Open source database

O MongoDB é um banco de dados orientado a documentos que possui código aberto (open source) e foi projetado para armazenar uma grande escala de dados, além de permitir que se trabalhe de forma eficiente com grandes volumes.

Ele é categorizado no banco de dados NoSQL (not only SQL) pois o armazenamento e a recuperação de dados no MongoDB não são feitas no formato de tabelas.

O banco de dados também fornece suporte oficial de driver para todas as linguagens populares como C, C ++, C # e .Net, Go, Java, Node.js, Perl, PHP, Python, Motor, Ruby, Scala, Swift, Mongoid. Assim, pode-se criar um aplicativo usando qualquer uma dessas linguagens.

Como funciona o MongoDB

O MongoDB é um servidor de banco de dados, onde as informações são armazenadas, mas o processo é mais fluido, independente, com os elementos tendo identificações únicas. Resumindo, o ambiente fornece um servidor que se pode iniciar e, em seguida, criar vários bancos de dados usando o MongoDB.

Os itens não são relacionados, obrigatoriamente, e sua hierarquia é totalmente flexível. Por conta de seu banco de dados NoSQL, as informações são armazenadas nas coleções e documentos. As coleções são subpartes do banco geral, independentes.

As vantagens e desvantagens do mongoDB

Vantagens

O MongoDB contém coleções, assim como o banco de dados MySQL contém tabelas. A sua vantagem é a permissão para criar vários bancos de dados e várias coleções dentro do principal.

Na coleção, estão documentos que contêm os dados que vamos armazenar no banco do MongoDB, e uma única coleção pode conter vários documentos. Não existe esquema de tipo, isso significa que não é necessário que um documento seja semelhante ao outro.

Nos documentos, pode-se armazenar dados aninhados. Essa conexão de dados permite criar relações complexas entre eles e armazená-los no mesmo documento, o que torna o trabalho e a busca mais eficientes em comparação com o SQL. Além disso, podemos citar:

  • Não precisa projetar o esquema do banco de dados ao trabalhar com o mongoDB;
  • Fornece grande flexibilidade para os campos nos documentos;
  • Trabalha com dados heterogêneos;
  • Não requer nenhuma adição ou injeção de SQL;
  • Facilmente integrável com o Big Data Hadoop (com diversas versões open source).

Desvantagens

  • Utiliza muita memória para armazenar e estocar dados;
  • Limite de 16 MB de dados para armazenar nos documentos;
  • Limite para aninhar dados nos arquivos BSON em até 100 níveis.

Implementando serviços com AngularJS

O que é o AngularJS

O AngularJS é um framework open-source de desenvolvimento front-end que possibilita o desenvolvimento de aplicações web, com foco em simplificar tanto a codificação quanto o processo de teste. Além disso, é possível integrá-lo com bibliotecas famosas como o Bootstrap, D3.js e o Apache Cordova (ou PhoneGap), ajudando a acelerar esse tipo de codificação como nunca antes tivemos.

O AngularJS também permite aos desenvolvedores web fazer uso da linguagem de marcação HTML para definir associações de dados, validações, além de response handlers para lidar com as ações do usuário em um formato declarativo que também contribui para essa mesma aceleração. Com tudo isso em conjunto, a maior consequência é, de longe, o crescimento e enriquecimento das aplicações cada vez mais ricas em funcionalidades e recursos.

Saber como arquitetar apropriadamente suas aplicações AngularJS há medida que elas crescem é algo tão importante quanto definir um bom modelo em um ciclo de vida de um software para linguagens como Java, C# ou quaisquer outros modelos server side de hoje.

Neste artigo, trataremos de expor algumas formas de bem arquitetar e construir serviços no AngularJS que, por sua vez, endereçam as mais usadas e importantes camadas de uma aplicação desse tipo: autenticação, mensageria, logging, acesso a dados, além da camada de acesso às regras da lógica de negócio que é requisito obrigatório para qualquer aplicação que tenha um nível de complexidade moderado. Além disso, veremos também rapidamente como integrar serviços externos do próprio framework com bibliotecas de terceiros dentro de suas aplicações de tal forma que o AngularJS possa tomar vantagem das mesmas com pouco esforço, enquanto você analisa detalhadamente a forma como o framework realiza tais integrações.

A necessidade de serviços

Em tempos onde muito se discute acerca do MVC no lado front-end, bem como das responsabilidades desse padrão no client side, inúmeras vertentes da comunidade de desenvolvimento front-end, muitas vezes em contraversão às que apoiam e suportam o lado back-end, dizem que a utilização de camadas que fornecem acesso direto a serviços é algo totalmente desnecessário e que foge às responsabilidades da mesma, devendo ser amparadas, portanto, pelas camadas que atuam no servidor da arquitetura. Para entender a contrapartida dessa discussão, é necessário que antes respondamos a algumas questões inerentes a tal dúvida: Por que serviços são realmente necessários no front-end? Como eles apoiam a sua aplicação? Quais são suas responsabilidades na aplicação de uma forma geral?

A primeira sentença a ser analisada diz que “os serviços são a base de tudo”. Isto é, eles fornecem funcionalidades de forma transversal, solicitam e manipulam dados, se integram com outros serviços externos, e incorporam lógica de negócio, tudo isso de uma forma tão simples quanto um objeto JSON possa parecer (que é inclusive o tipo de dado mais usado para representá-los).

A necessidade de boas práticas

Quando uma equipe de desenvolvimento se depara com um projeto novo, uma das primeiras e mais importantes ações é escolher um framework para facilitar a produtividade do projeto como um todo. Aliado a essa escolha, o arquiteto ou alguém com mais experiência terá o desafio de entender como o mesmo funciona e, mais importante que isso, como aplicar as boas práticas de programação a este framework.

As boas práticas são como guias que nos ajudam a entender o melhor jeito de usar aquele framework, assim como estruturar a sua aplicação de forma a deixá-la manutenível, testável e reusável.

O desenvolvimento utilizando módulos leva em consideração a unidade na aplicação como um todo. Isso quer dizer que cada componente deve ter sempre uma única e específica responsabilidade, caso contrário teremos uma discrepância na implementação e o modelo tenderá a se tornar cada vez mais complexo de manter.

Desenhando serviços

Antes de iniciarmos a implementação de fato dos nossos serviços, é preciso que o leitor tenha em mente algumas regras essenciais para a criação correta dos mesmos. Vejamos:

· Antes de iniciar qualquer serviço, tome um tempo pensando sobre ele. Quais serão as suas funcionalidades (faça uma lista delas, no papel mesmo, se achar melhor)? Como criarei este(s) serviço(s) de modo que eu possa facilmente modificá-lo(s) no futuro, mantendo-o(s) sempre testável(eis) e manutenível(eis)?

· Meça duas vezes, corte apenas uma. Isso serve para te ensinar a não se apressar quando for criar serviços e/ou quaisquer implementações. Às vezes é melhor perder um bom tempo planejando direito o que você vai desenvolver, em vez de atropelar o desenvolvimento ágil e precisar refazer no futuro.

· Foque no desenvolvedor, e não em você mesmo. Isso quer dizer que, quando construir um serviço, pense em quem irá usá-lo. Muitas vezes esquecemos dessa premissa por não estarmos lidando com algo que será acessado diretamente por um usuário, pois tudo será abstraído pela “figura do desenvolvedor”. Coloque-se no lugar dele, e pergunte-se se, sendo você o desenvolvedor consumidor, você entenderia o serviço que criou e disponibilizou.

· Faça apenas o que o nome do seu serviço manda fazer. Essa prática já é muito comum entre codificadores para nomes de métodos, por exemplo. Se o seu método se chama cadastrarCliente(), adivinhe qual deve ser a única coisa que ele faz? O mesmo vale para os serviços.

· Mantenha o mais usável possível. Isso quer dizer que, se o seu serviço foi criado por alguma ferramenta de CRUD, por exemplo, que automaticamente gerou métodos de add(), remover(), alterar() e pesquisar(), mas no seu serviço só será usado o método de pesquisa, então remova os demais. Deixe-o simples e direto.

· Documente a sua interface de serviço. Isso será útil não só para outros desenvolvedores que venham a encarar o seu código no futuro, mas principalmente para você mesmo. Afinal, você não é obrigado a decorar tudo o que codifica. Existem inúmeras ferramentas que te ajudam nisso: JSDoc, YUIDoc, Ext Doc, ou algum plugin que a sua IDE disponibilize e que você se sinta à vontade para usar.

O que é, como funciona e quais as vantagens

Isso significa que com o Node.js é possível criar aplicações Javascript para rodar como uma aplicação standalone em uma máquina, não dependendo de um browser para a execução, como estamos acostumados.

Apesar de recente, o Node.js já é utilizado por grandes empresas no mercado de tecnologia, como Netflix, Uber e LinkedIn.

O principal motivo de sua adoção é a sua alta capacidade de escala. Além disso, sua arquitetura, flexibilidade e baixo custo, o tornam uma boa escolha para implementação de Microsserviços e componentes da arquitetura Serverless. Inclusive, os principais fornecedores de produtos e serviços Cloud já têm suporte para desenvolvimento de soluções escaláveis utilizando o Node.js.

Neste artigo, vamos trazer a história, características e vantagens que tornam o Node.js uma tecnologia única.

O surgimento do Node.js

Apesar do Javascript ter mais de 20 anos, o seu uso server-side é bem recente.

A linguagem Javascript foi criada em 1995, e se tornou a linguagem padrão dos browsers e consequentemente da Web para o desenvolvimento client-side.

Desde então, houveram diversas tentativas de implementar sua execução server-side. Todas elas fracassaram, devido à sua performance ser extremamente baixa comparado com as linguagens existentes no mercado, como o PHP ou Java.

Porém, com a rápida evolução da Web nos últimos anos, a linguagem Javascript e seus motores de execução passaram por diversas melhorias, tornando viável sua execução com outros propósitos além da manipulação de páginas HTML.

Com essa nova fase no uso do Javascript, aplicações server-side passaram a ser implementadas, e em 2009 foi criado o primeiro ambiente de execução Javascript com este propósito: O Node.js.

Características

A principal característica que diferencia o Node.JS de outras tecnologias, como PHP, Java, C#, é o fato de sua execução ser single-thread. Ou seja, apenas uma thread é responsável por executar o código Javascript da aplicação, enquanto que nas outras linguagens a execução é multi-thread.

Mas o que isso significa na prática?

Em um servidor web utilizando linguagens tradicionais, para cada requisição recebida é criada uma nova thread para tratá-la. A cada requisição, serão demandados recursos computacionais (memória RAM, por exemplo) para a criação dessa nova thread. Uma vez que esses recursos são limitados, as threads não serão criadas infinitamente, e quando esse limite for atingido, as novas requisições terão que esperar a liberação desses recursos alocados para serem tratadas.

No modelo Node.js, apenas uma thread é responsável por tratar as requisições. Essa thread é chamada de Event Loop, e leva esse nome pois cada requisição é tratada como um evento. O Event Loop fica em execução esperando novos eventos para tratar, e para cada requisição, um novo evento é criado.

Apesar de ser single-threaded, é possível tratar requisições concorrentes em um servidor Node.js. Enquanto o servidor tradicional utiliza o sistema multi-thread para tratar requisições concorrentes, o Node.js consegue o mesmo efeito através de chamadas de E/S (entrada e saída) não-bloqueantes. Isso significa que as operações de entrada e saída (ex: acesso a banco de dados e leitura de arquivos do sistema) são assíncronas e não bloqueiam a thread. Diferentemente dos servidores tradicionais, a thread não fica esperando que essas operações sejam concluídas para continuar sua execução.

No servidor Node.js, o Event Loop é a única thread que trata as requisições, enquanto que no modelo tradicional uma nova thread é criada para cada requisição. Enquanto o Event Loop delega uma operação de E/S para uma thread do sistema de forma assíncrona e continua tratando as outras requisições que aparecerem em sua pilha de eventos, as threads do modelo tradicional esperam a conclusão das operações de E/S, consumindo recursos computacionais durante todo esse período de espera.

Apesar do Node.js ser single-threaded, sua arquitetura possibilita um número maior de requisições concorrentes sejam tratadas em comparação com o modelo tradicional, que é limitado devido ao alto consumo computacional pela criação e manutenção de threads a cada requisição.

Vantagens de uso do Node.js

Flexibilidade

O NPM (Node Package Manager) é o gerenciador de pacotes do Node.js e também é o maior repositório de softwares do mundo. Isso faz do Node.js uma plataforma com potencial para ser utilizada em qualquer situação. O pacote mais conhecido se chama Express.js e é um framework completo para desenvolvimento de aplicações Web.

Leveza

Criar um ambiente Node.js e subir uma aplicação é uma tarefa que não exige muitos recursos computacionais em comparação com outras tecnologias mais tradicionais. Se utilizado em conjunto com ferramentas como o Docker, o ganho na velocidade de deploy e replicação de máquinas pode ser muito significativo e em ambientes escaláveis isso significa menos custo e mais eficiência.

Tanto sua leveza quanto flexibilidade fazem do Node.JS uma tecnologia indicada para a implementação de serviços e componentes de arquiteturas como a de microsserviços e serverless. Além disso, conta com suporte das principais empresas de produtos e serviços Cloud do mercado, como a AWS, Google Cloud e Microsoft Azure que oferecem na maioria de seus produtos suporte nativo ao Node.JS.

Produtividade da equipe

Maior repositório do mundo: O NPM fornece pacotes de código reusáveis e provavelmente aquela integração que você precisa fazer com outro sistema ou banco de dados já está implementado e disponível gratuitamente para instalar via NPM.

Mesma linguagem no frontend e backend: Javascript é a linguagem padrão para desenvolvimento web client-side. Empresas de desenvolvimento Web contam como esse know-how como um ponto de partida importante para iniciar o uso do Node.js. Além disso, esse fator pode representar ganhos de reutilização de código e criação de equipes multidisciplinares, com melhor aproveitamento de recursos.

Ambiente de inovação: Possibilidade de deploys e iterações mais rápidas, e resolução de problemas On the Fly. Isso também permite a criação de soluções próprias e inovadoras, como fez o Uber criando produtos em Node.js para resolver alguns de seus problemas.

Entenda aqui por que usar o Axure para criar protótipos

O Axure é um programa feito para criar protótipos para outros aplicativos e websites. Usada por designers, analistas e arquitetos da informação, essa é uma ótima ferramenta de testes para avaliar a eficiência dos sistemas em construção.
Em outras palavras: esse recurso tecnológico levanta os pontos fortes e os fracos de uma interface ao simular os efeitos — positivos e negativos — da experiência do usuário (UX). Então, quer entender como ela funciona? Acompanhe este post e confira dicas incríveis de como usar o Axure para criar protótipos!

A importância dos protótipos

A criação de protótipos representa uma importante especialização de TI. Isso porque ela ajuda a testar a experiência dos usuários (UX) em sites, produtos ou aplicativos em desenvolvimento.
Esses esboços virtuais variam conforme a fidelidade. Quanto mais baixa for a semelhança do molde ao que será a ferramenta real, mais essa nova resposta de informática estará sujeita a mudanças no futuro.
Contudo, acontece exatamente o contrário com os chamados protótipos de alta-fidelidade.
Nesse caso, é viável ter uma prévia do layout das funcionalidades desse novo instrumento digital e de alguns detalhes da operação. Para sites e aplicações, por exemplo, os protótipos de alta-fidelidade já têm seus links com as interações delineadas.
Veja, abaixo, alguns dos benefícios desses arquétipos:

  • falhas de usabilidade do sistema são corrigidas;
  • aumenta a adequação do aplicativo às necessidades do usuário;
  • a qualidade do projeto é aprimorada;
  • há mais facilidade na manutenção;
  • é possível reduzir os esforços essenciais à construção do software.

Vantagens de protótipos navegáveis em HTML

Ao criar um protótipo navegável em HTML (Hypertext Markup Language ou Linguagem de Marcação de Hipertexto), testar um maior número de situações é simples. O Axure é um programa desse tipo, e se destaca tanto pela facilidade relativa do seu uso como pela riqueza do seu design.
Por meio dele, você consegue experimentar o que acontece quando navega de uma página para outra, além das interações com o layout, e avaliar a qualidade das animações, entre outras hipóteses de verificação.

Desse modo, os desenvolvedores podem focar a energia para aquilo que mais interessa: atender às necessidades dos usuários finais.